CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

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domingo, 6 de abril de 2014

Abril o Mês de Oxossi ( História )




HISTÓRIA

Na África, Oxóssi era cultuado basicamente no Keto, Nação praticamente destruída no século XIX, pelas tropas do então rei do Daomé. Então, os filhos consagrados a Oxóssi foram vendidos como escravos no Brasil, nas Antilhas e em Cuba. E assim o culto a Oxóssi na África foi praticamente esquecido.

No Candomblé, Oxóssi é o rei de Keto, filho de Oxalá e Yemanjá. É a Divindade da caça, que vive nas florestas, e cujos principais símbolos são o arco e flecha (Ofá) e um rabo de boi (Eruexim). Foi um caçador de elefantes, animal associado à realeza e aos antepassados.

Sua dança, de ritmo “corrido”, simula o gesto de atirar flechas para a direita e para a esquerda. Ele imita o cavaleiro que persegue a caça, deslizando devagar, e que às vezes pula e gira sobre si mesmo. É uma das danças mais bonitas do Candomblé.

Em algumas lendas do culto de Nação, Oxóssi aparece como irmão de Ogum e de Exu.

Isso acontece porque Oxóssi, Ogum e Exu, entre outros atributos, são vistos na cultura africana como guerreiros e caçadores, pois sempre vão à frente, buscando e abrindo caminhos; embora Oxóssi seja o Caçador por excelência.

É importante lembrar que o culto de Orixá vem da África, de uma cultura tribal, na qual os homens saíam para caçar, quando não viviam da agricultura. E quem sai para caçar e trazer alimento para a tribo é o caçador.

Mas numa vida tribal, o caçador também é o guerreiro que enfrenta os perigos da floresta e depois traz alimento e informações para o grupo. O caçador não saía apenas para buscar alimento, ele também ia buscar conhecimentos (sobre a região, sobre os animais e a floresta, sobre outras tribos etc.). Havia situações em que ele ficava vários dias ausente, e na volta trazia as novidades, as notícias.

E quando um grupo saía para caçar, alguns se ocupavam com a caça, enquanto outros ficavam em torno, para proteger os caçadores. Estes que faziam a proteção atuavam como guardiões, tendo uma relação com o Orixá Exu, pois ficavam escondidos no escuro da mata, adiantavam-se, e depois passavam para os caçadores informações seguras sobre o caminho a seguir.

E cada vez que o grupo avançava, um seguia na frente. Era o mateiro, aquele que ia à frente do grupo com um facão para abrir o caminho, tendo uma relação com o Orixá Ogum. Tudo isso explica porque Oxóssi, Ogum e Exu são considerados irmãos, dentro do Culto de Nação. Eles têm Qualidades ou atributos semelhantes, que os tornam “irmãos”.

E sendo Ogum também o Orixá do ferro, foi dele que Oxóssi recebeu suas armas de caçador, nascendo aqui outro ponto de ligação entre ambos.

Vale lembrar que na Umbanda Oxóssi é sincretizado com São Sebastião. Mas no

Candomblé baiano está sincretizado com São Jorge e Ogum. Ocorre que tanto São Sebastião quanto São Jorge foram soldados do Imperador romano Diocleciano, que muito perseguiu e matou os cristãos. São Sebastião e São Jorge foram soldados, tinham a mesma função, e isso também lembra a questão da “irmandade” de Oxóssi e Ogum, tratada no culto de Nação. Por outro lado, São Jorge “caçava o dragão”, perseguiu-o até derrotá-lo, e isso nos mostra outro aspecto desse guerreiro e sua “irmandade” com Oxóssi.

Ainda dentro desses conceitos de Nação, Oxóssi vive na floresta, onde moram os espíritos.

Está relacionado com as árvores e os antepassados. As abelhas lhe pertencem e representam os antepassados femininos. Relaciona-se com os animais em geral, imitando seus gritos com perfeição. É o caçador valente, ágil e generoso, que propicia a caça, domina a flora e a fauna e protege contra o ataque das feras. Gera o sustento, a alimentação abundante, o progresso e a riqueza para o homem. Neste sentido se diz que

Oxossi é o que basta a si mesmo.

A ele estiveram ligados alguns Orixás femininos, mas o maior destaque é para Oxum.

Diz um mito que Oxóssi encontrou Iansã na floresta, sob a forma de um grande elefante, que se transformou em mulher. Casou-se com ela e tiveram muitos filhos, mas depois se separaram e seus filhos foram criados por Oxum. Abandonado por Iansã, Oxóssi se torna “um solitário solteirão” que vive nas matas fechadas, também porque, como caçador, tinha de se afastar das mulheres, consideradas nefastas à caça.

Esses mitos revelam vários significados.

Primeiro, as principais Qualidades do Orixá Oxóssi estão voltadas para o campo mental, na busca e aprimoramento do Sentido do Conhecimento. E o seu domínio sobre as matas fechadas traz a simbologia da atuação desse Orixá sobre a pureza do vegetal, que nos limpa, cura  e nos realimenta.  Isso explicaria o “isolamento” e “a solidão” de Oxóssi.

Por outro lado, a união de Oxóssi com Iansã representa o papel direcionador e movimentador da Mãe Iansã no campo do Conhecimento (regido por Oxóssi), para facilitar a expansão e a difusão desse Conhecimento. E a união de Oxóssi com Oxum representa que a busca do Conhecimento precisa estar equilibrada pelo Amor (regido por Oxum), para nos trazer benefícios reais. Estes dois mitos evidenciam que os Orixás atuam de forma sistêmica, nada está isolado na Criação Divina.

As lendas eram uma forma de se perpetuar o culto aos Orixás. Falavam sobre as várias Qualidades de cada Orixá, mas de um modo que os “humanizava”, ou seja, as lendas falavam sobre o Orixá a partir de um ponto de vista humano, para que todas as pessoas que as ouvissem se identificassem com o relato, de forma que a tradição, que era passada de boca a ouvido, não fosse esquecida.


terça-feira, 1 de março de 2011

A Deusa Mãe ao Longo da História



A Deusa Mãe

A Deusa Mãe ao Longo da História



Maria -
(Atos 19:34-35) – Mas quando conheceram que era judeu, todos unanimemente levantaram a voz, clamando por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos Éfésios.

Então o escrivão da cidade, tendo apaziguado a multidão, disse: Homens efésios, qual é o homem que não sabe que a cidade dos Éfésios é a guardadora do templo da grande deusa Diana, e da imagem que desceu de Júpiter?



A deusa mãe: Perceba o símbolo do deus-sol atrás de todas as imagens (o círculo), símbolo do ocultismo.

O livro clássico do Reverendo Alexander Hislop, The Two Babylons [As Duas Babilônias], e o Livro A Virgem Maria: Está Morta ou Viva de Danny Vierra são as bases de nosso estudo.

O profeta Isaías 700 anos antes de Cristo já declarou que o FILHO DE DEUS nasceria de uma virgem, ou uma mulher jovem como diz o original em hebraico (Isaias 7:14). Satanás, ou Lúcifer, o Anjo Caído, de alguma maneira já sabia dos planos de Deus de enviar o messias através de uma virgem.

Para tanto resolveu criar uma deusa que tenha tido um filho com o objetivo de derrotar o evangelho de Deus.

Dados históricos comparados com a Bíblia mostram que depois do dilúvio de Noé, os sobreviventes se multiplicaram e edificaram a cidade da Babilônia.

Lá nesta cidade havia um virgem lindíssima cujo nome era SEMÍRAMIS.

SEMÍRAMIS.




SEMÍRAMIS se tornou a Rainha da Babilônia e casou-se com NINRODE. Historicamente ele foi chamado de:” MARIDO DE SUA MÃE”. Satanás usou a ambos para criar uma seita diabólica tão poderosa que espalhou-se pelo mundo inteiro e multidões visaram a SEMÍRAMIS como sua Mãe-protetora.

Foram SEMÍRAMIS e NINRODE que inventaram o confessionário e o celibato.

NINRODE foi chamado por muitos de MOLOQUE: pessoas doavam seus filhos bebês para serem sacrificados em honra a ele. Quando NINRODE foi morto, o povo lamentou. SEMÍRAMIS agiu bem depressa para tomar vantagens da situação, engravidou e deu a luz a um outro filho e o proclamou que ele era a reencarnação de NINRODE. O filho foi chamado de TAMÚZ, ele se tornou o deus do sol. Também se tornou conhecido como BAAL.

SEMÍRAMIS foi transformada em uma deusa tal como BAALTI (A MADONA), RAINHA DO CÉU, A MEDIATRIZ, A MÃE DA HUMANIDADE, ASTARTE, etc. Com o passar dos tempos, monumentos a esta deusa e seu filho apareceram em muitas nações…quando o povo da Babilônia foram espalhados pelas várias partes da terra, levou com ele a adoração da divina mãe e filho.

Assim satanás conseguiu estabelecer a sua religião mortífera bem antes que Jesus nascesse.






No Egito a Mãe se chamava Osís e o Filho Orus.

Em Roma era Vênus e Jupiter.

Em Israel era Astarote e Baal.

Vejamos quadro abaixo:



1) Ankh Nes Meryre e filho Pepi.

2) Cyprus.

3) Madonna Guanyin, deusa da misericórdia

4) Matrika de Tanesara da India

5) Yasoda e Krishna.

6) Mãe e Filho 2000-1850 B.C.

7) Mexico, Jalisco 200 B.C.- 500 A.D.

8) Maya.

9) Mexico, Colima 200 B.C.- 500A.D.

10) Mykene, Grécia

11) deusa Sun , Arinna.

12) Virgem Maria (esta não é a virgem Maria da Bíblia)



O livro clássico do Reverendo Alexander Hislop, The Two Babylons [As Duas Babilônias], escrito em 1917 afirma que foi Sem que montou um exército e matou Ninrode (Moloque).

Para garantir que os povos daquele tempo compreendessem perfeitamente a totalidade da derrota de Ninrode nas mãos do defensor de Deus, Sem desmembrou o corpo de Ninrode e enviou as partes às muitas cidades do império, para servir de advertência sobre o que aconteceria a quem se atrevesse a seguir as crenças de Ninrode.

No entanto, os aderentes de Ninrode eram muitos e estavam determinados a continuar com as práticas idólatras de seu falecido líder.

Assim, seus seguidores fundaram as primeiras Sociedades Secretas com o objetivo de preservar suas doutrinas e objetivos.

Estas sociedades seriam protegidas por juramentos sérios e confissões.

As confissões dos iniciados eram críticas, pois uma vez que uma pessoa revelava seus erros para outra pessoa, era mantida por medo de exposição, caso deixasse a sociedade.

Essa provavelmente é a razão porque Jesus Cristo disse que nada deve ser feito em segredo, e que seus seguidores não devem fazer juramentos.



Naturalmente satanás pré-criou a Deusa Mãe e depois desvirtuou a história da verdadeira Maria a divinizando, a transformando numa “Nossa Senhora”.



1. Bíblia condena a idéia de uma Rainha do Céu (Astarte, Semirâmis)

Jeremias 7:18 Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.



2. Os seguidores de Javé usavam o argumento de que possuiam prosperidade material ao seguí-la.

Jeremias 44:17 Mas certamente cumpriremos toda a palavra que saiu da nossa boca, queimando incenso à rainha dos céus, e oferecendo-lhe libações, como nós e nossos pais, nossos reis e nossos príncipes, temos feito, nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém; e então tínhamos fartura de pão, e andávamos alegres, e não víamos mal algum.



Jeremias 44:18 Mas desde que cessamos de queimar incenso à rainha dos céus, e de lhe oferecer libações, tivemos falta de tudo, e fomos consumidos pela espada e pela fome.

Curiosamente, no final dos tempos quem não seguir a religião universal ou Babilônica, símbolo do catolicismo e protestantismo corrupto não poderá comprar e nem vender (Apoc 13:11-17). Veja A Profecia das Nações para entender melhor.