CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ
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quarta-feira, 2 de março de 2011

* Deusa da nação de Egbé, nação esta Iorubá onde existe o rio Yemojá (Yemanjá).


Yemanjá

Deusa da nação de Egbé, nação esta Iorubá onde existe o rio Yemojá (Yemanjá). No Brasil, rainha das águas e mares. Orixá muito respeitada e cultuada é tida como mãe de quase todos os Orixás Iorubanos, enquanto a maternidade dos Orixás Daomeanos é atribuída a Nanã. Por isso à ela também pertence a fecundidade. É protetora dos pescadores e jangadeiros.


Comparada com as outras divindades do panteão africano, Yemanjá é uma figura extremamente simples. Ela é uma das figuras mais conhecidas nos cultos brasileiros, com o nome sempre bem divulgado pela imprensa, pois suas festas anuais sempre movimentam um grande número de iniciados e simpatizantes, tanto da Umbanda como do Candomblé.



Pelo sincretismo, porém, muita água rolou. Os jesuítas portugueses, tentando forçar a aculturação dos africanos e a aceitação, por parte deles, dos rituais e mitos católicos, procuraram fazer casamentos entre santos cristãos e Orixás africanos, buscando pontos em comum nos mitos.



Para Yemanjá foi reservado o lugar de Nossa Senhora, sendo, então, artificialmente mais importante que as outras divindades femininas, o que foi assimilado em parte por muitos ramos da Umbanda.


Mesmo assim, não se nega o fato de sua popularidade ser imensa, não só por tudo isso, mas pelo caráter, de tolerância, aceitação e carinho. É uma das rainhas das águas, sendo as duas salgadas: as águas provocadas pelo choro da mãe que sofre pela vida de seus filhos, que os vê se afastarem de seu abrigo, tomando rumos independentes; e o mar, sua morada, local onde costuma receber os presentes e oferendas dos devotos.



São extremamente concorridas suas festas. É tradicional no Rio de Janeiro, em Santos (litoral de São Paulo) e nas praias de Porto Alegre a oferta ao mar de presentes a este Orixá, atirados à morada da deusa, tanto na data específica de suas festas, como na passagem do ano. São comuns no reveillon as tendas de Umbanda na praia, onde acontecem rituais e iniciados incorporam caboclos e pretos-velhos, atendendo a qualquer pessoa que se interesse.


Apesar dos preceitos tradicionais relacionarem tanto Oxum como Yemanjá à função da maternidade, pode estabelecer-se uma boa distinção entre esse conceitos. As duas Orixás não rivalizam (Yemanjá praticamente não rivaliza com ninguém, enquanto Oxum é famosa por suas pendências amorosas que a colocaram contra Iansã e Obá). Cada uma domina a maternidade num momento diferente.


A majestade dos mares, senhora dos oceanos, sereia sagrada, Yemanjá é a rainha das águas salgadas, regente absoluta dos lares, protetora da família. Chamada também de Deusa das Pérolas, é aquela que apara a cabeça dos bebês no momento de nascimento.


Numa Casa de Santo, Yemanjá atua dando sentido ao grupo, à comunidade ali reunida e transformando essa convivência num ato familiar; criando raízes e dependência; proporcionando sentimento de irmão para irmão em pessoas que há bem pouco tempo não se conheciam; proporcionando também o sentimento de pai para filho ou de mãe para filho e vice-versa, nos casos de relacionamento dos Babalorixás (Pais no Santo) ou Ialorixás (Mães no Santo) com os Filhos no Santo.


A necessidade de saber se aquele que amamos estão bem, a dor pela preocupação, é uma regência de Yemanjá, que não vai deixar morrer dentro de nós o sentido de amor ao próximo, principalmente em se tratando de um filho, filha, pai, mãe, outro parente ou amigo muito querido. É a preocupação e o desejo de ver aquele que amamos a salvo, sem problemas, é a manutenção da harmonia do lar.



É ela que proporcionará boa pesca nos mares, regendo os seres aquáticos e provendo o alimento vindo do seu reino. É ela quem controla as marés, é a praia em ressaca, é a onda do mar, é o maremoto. Protege a vida marinha. Junta-se ao orixá Oxalá complementando-o como o Princípio Gerador Feminino.


Atribuições
Essa força da natureza também tem papel muito importante em nossas vidas, pois é ela que rege nossos lares, nossas casas. É ela que dá o sentido da família às pessoas que vivem debaixo de um mesmo teto. Ela é a geradora do sentimento de amor ao seu ente querido, que vai dar sentido e personalidade ao grupo formado por pai, mãe e filhos tornando-os coesos. Rege as uniões, os aniversários, as festas de casamento, todas as comemorações familiares. É o sentido da união por laços consangüíneos ou não.


As Características Dos Filhos De Yemanjá

Pelo fato de Yemanjá ser a Criação, sua filha normalmente tem um tipo muito maternal. Aquela que transmite a todos a bondade, confiança, grande conselheira. É mãe. Sempre tem os braços abertos para acolher junto de si todos aqueles que a procuram. A porta de sua casa sempre está aberta para todos, e gosta de tutelar pessoas. Tipo a grande mãe. Aquela mulher amorosa que sempre junta os filhos dos outros com os seus. O homem filho de Yemanjá carrega o mesmo temperamento: é o protetor. Cuida de seus tutelados com muito amor. Geralmente é calmo e tranqüilo, exceto quando sente-se ameaçado na perda de seus filhos, isto porque não divide isto com ninguém. É sempre discreto e de muito bom gosto. Veste-se com muito capricho. É franco e não admite a mentira. Normalmente fica zangado quando ofendido e o que tem como ajuntó o orixá Ogum, torna-se muito agressivo e radical. Diferente é quando o ajuntó é Oxóssi, aí sim, é pessoa calma, tranqüila, e sempre reage com muita tolerância. O maior defeito do filho de Yemanjá é o ciúme. É extremamente ciumento com tudo que é seu, principalmente das coisas que estão sob sua guarda. Gostam de viver num ambiente confortável e, mesmo quando pobres, pode-se notar uma certa sofisticação em suas casas, se comparadas com as demais da comunidade de que fazem parte. Apreciam o luxo, as jóias caras e os tecidos vistosos e bons perfumes. Entretanto, não possuem a mesma vaidade coquete de Oxum, sempre apresentando uma idade maior, mais responsáveis e decididos do que os filhos da Oxum. A força e a determinação fazem parte de suas características básicas, assim como o sentido de amizade, sempre cercada de algum formalismo. Apesar do gosto pelo luxo, não são pessoas ambiciosas nem obcecadas pela própria carreira, detendo-se mais no dia a dia, sem grandes planos para atividades a longo prazo. Pela importância que dá a retidão e à hierarquia, Yemanjá não tolera mentira e a traição. Assim sendo, seus filhos demoram a confiar em alguém, e quando finalmente passam a aceitar uma pessoa no seu verdadeiro círculo de amigos, deixam de ter restrições, aceitando-a completamente e defendendo-a, seja nos erros como nos acertos, tendo grande capacidade de perdoar as pequenas falhas humanas. Não esquecem uma ofensa ou traição, sendo raramente esta mágoa esquecida. Um filho de Yemanjá pode tornar-se rancoroso, remoendo questões antigas por anos e anos sem esquecê-las jamais. Fisicamente, existe uma tendência para a formação de uma figura cheia de corpo, um olhar calmo, dotada de irresistível fascínio (o canto da sereia). Enquanto os filhos de Oxum são diplomatas e sinuosos, os de Yemanjá se mostram mais diretos. São capazes de fazer chantagens emocionais, mas nunca diabólicas. A força e a determinação fazem parte de seus caracteres básicos, assim como o sentido da amizade e do companheirismo.

São pessoas que não gostam de viver sozinhas, sentem falta da tribo, inconsciente ancestral, e costumam, por isso casar ou associar-se cedo. Não apreciam as viagens, detestam os hotéis, preferindo casas onde rapidamente possam repetir os mecanismos e os quase ritos que fazem do cotidiano.

Todos esses dados nos apresentam uma figura um pouco rígida, refratária a mudanças, apreciadora do cotidiano. Ao mesmo tempo, indicam alguém doce, carinhoso, sentimentalmente envolvente e com grande capacidade de empatia com os problemas e sentimentos dos outros. Mas nem tudo são qualidades em Yemanjá, como em nenhum Orixá. Seu caráter pode levar o filho desse Orixá a ter uma tendência a tentar concertar a vida dos que o cercam - o destino de todos estariam sob sua responsabilidade. Gostam de testar as pessoas.

Lendas de Yemanjá

Yemanjá teve muitos problemas com os filhos. Ossain, o mago, saiu de casa muito jovem e foi viver na mata virgem estudando as plantas. Contra os conselhos da mãe, Oxossi bebeu uma poção dada por Ossain e, enfeitiçado, foi viver com ele no mato. Passado o efeito da poção, ele voltou para casa mas Yemanjá, irritada, expulsou-o. Então ogum a censurou por tratar mal o irmão. Desesperada por estar em conflito com os três filhos, Yemanjá chorou tanto que se derreteu e formou um rio que correu para o mar.


Yemanjá foi casada com Okere. Como o marido a maltratava, ela resolveu fugir para a casa do pai Olokum. Okere mandou um exército atrás dela mas, quando estava sendo alcançada, Yemanjá se transformou num rio para correr mais depressa. Mais adiante, Okere a alcançou e pediu que voltasse; como Yemanjá não atendeu, ele se transformou numa montanha, barrando sua passagem. Então Yemanjá pediu ajuda a Xangô; o orixá do fogo juntou muitas nuvens e, com um raio, provocou uma grande chuva, que encheu o rio; com outro raio, partiu a montanha em duas e Yemanjá pôde correr para o mar.


Exu, seu filho, se encantou por sua beleza e tomou-a a força, tentando violentá-la. Uma grande luta se deu, e bravamente Yemanjá resistiu à violência do filho que, na luta, dilacerou os seios da mãe. Enlouquecido e arrependido pelo que fez, Exu “saiu no mundo” desaparecendo no horizonte. Caída ao chão, Yemanjá entre a dor, a vergonha, a tristeza e a pena que teve pela atitude do filho, pediu socorro ao pai Olokum e ao criador Olorum. E, dos seus seios dilacerados, a água, salgada como a lágrima, foi saindo dando origem aos mares. Exu, pela atitude má, foi banido para sempre da mesa dos orixás, tendo como incumbência eterna ser o guardião, não podendo juntar-se aos outros na corte.


Por isso Yemanjá é representada na imagem com grandes seios, simbolizando a maternidade e a fecundidade.

Características da Deusa Yemanjá !




Características:

Cor:
Cristal. (Em algumas casas: Branco, azul claro. também verde claro e rosa claro)

Fio de Contas: Contas e Missangas de cristal. Firmas cristal.





Ervas
Colônia, Pata de Vaca, Embaúba, Abebê, Jarrinha, Golfo, Rama de Leite (Em algumas casas: aguapé, lágrima de nossa, araçá da praia, flor de laranjeira, guabiroba, jasmim, jasmim de cabo, jequitibá rosa, malva branca, marianinha - trapoeraba azul, musgo marinho, nenúfar, rosa branca, folha de leite)

Símbolos:

Lua minguante,








Ondas







Peixe




Pontos da Natureza:

Mar.


Flores
Rosas brancas, palmas brancas, angélicas, orquídeas, crisântemos brancos.







Essências:
Jasmim, Rosa Branca, Orquídea, Crisântemo






Orquídea




                                                                      Crisântemo




Pedras:

Pérola,







Água Marinha,






 Lápis-Lazúli,







 Calcedônia,



Turquesa.






Metal:


Prata.






Saúde: Psiquismo,








 Sistema Nervoso.



Planeta: Lua.





Dia da Semana: Sábado.






Elemento: Água





Chakra Frontal



Saudação:
Odô iyá, Odô Fiaba

]

Bebidas:

Água Mineral





ou




Champanhe






Animais:

Peixes,




 Cabra Branca,




Pata



ou




Galinha branca.






Comidas:

Peixe,
Camarão,
Canjica,
Arroz,
Manjar;
Mamão.


Numero 4






Data Comemorativa:
15 de agosto (Em algumas casas: 2 de fevereiro, em 8 de dezembro)



Sincretismo:

Nossa Senhora das Candeias,



Nossa Senhora da Glória,



Nossa Senhora dos Navegantes.



Incompatibilidades:
Poeira,





Sapo




Qualidades:
Iemowo, Iamassê, Iewa, Olossa, Ogunté assabá, Assessu, Sobá, Tuman, Ataramogba, Masemale, Awoió, Kayala, Marabô, Inaiê, Aynu, Susure, Iyaku, Acurá, Maialeuó, Conlá.















































































terça-feira, 1 de março de 2011

A Deusa Mãe ao Longo da História



A Deusa Mãe

A Deusa Mãe ao Longo da História



Maria -
(Atos 19:34-35) – Mas quando conheceram que era judeu, todos unanimemente levantaram a voz, clamando por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos Éfésios.

Então o escrivão da cidade, tendo apaziguado a multidão, disse: Homens efésios, qual é o homem que não sabe que a cidade dos Éfésios é a guardadora do templo da grande deusa Diana, e da imagem que desceu de Júpiter?



A deusa mãe: Perceba o símbolo do deus-sol atrás de todas as imagens (o círculo), símbolo do ocultismo.

O livro clássico do Reverendo Alexander Hislop, The Two Babylons [As Duas Babilônias], e o Livro A Virgem Maria: Está Morta ou Viva de Danny Vierra são as bases de nosso estudo.

O profeta Isaías 700 anos antes de Cristo já declarou que o FILHO DE DEUS nasceria de uma virgem, ou uma mulher jovem como diz o original em hebraico (Isaias 7:14). Satanás, ou Lúcifer, o Anjo Caído, de alguma maneira já sabia dos planos de Deus de enviar o messias através de uma virgem.

Para tanto resolveu criar uma deusa que tenha tido um filho com o objetivo de derrotar o evangelho de Deus.

Dados históricos comparados com a Bíblia mostram que depois do dilúvio de Noé, os sobreviventes se multiplicaram e edificaram a cidade da Babilônia.

Lá nesta cidade havia um virgem lindíssima cujo nome era SEMÍRAMIS.

SEMÍRAMIS.




SEMÍRAMIS se tornou a Rainha da Babilônia e casou-se com NINRODE. Historicamente ele foi chamado de:” MARIDO DE SUA MÃE”. Satanás usou a ambos para criar uma seita diabólica tão poderosa que espalhou-se pelo mundo inteiro e multidões visaram a SEMÍRAMIS como sua Mãe-protetora.

Foram SEMÍRAMIS e NINRODE que inventaram o confessionário e o celibato.

NINRODE foi chamado por muitos de MOLOQUE: pessoas doavam seus filhos bebês para serem sacrificados em honra a ele. Quando NINRODE foi morto, o povo lamentou. SEMÍRAMIS agiu bem depressa para tomar vantagens da situação, engravidou e deu a luz a um outro filho e o proclamou que ele era a reencarnação de NINRODE. O filho foi chamado de TAMÚZ, ele se tornou o deus do sol. Também se tornou conhecido como BAAL.

SEMÍRAMIS foi transformada em uma deusa tal como BAALTI (A MADONA), RAINHA DO CÉU, A MEDIATRIZ, A MÃE DA HUMANIDADE, ASTARTE, etc. Com o passar dos tempos, monumentos a esta deusa e seu filho apareceram em muitas nações…quando o povo da Babilônia foram espalhados pelas várias partes da terra, levou com ele a adoração da divina mãe e filho.

Assim satanás conseguiu estabelecer a sua religião mortífera bem antes que Jesus nascesse.






No Egito a Mãe se chamava Osís e o Filho Orus.

Em Roma era Vênus e Jupiter.

Em Israel era Astarote e Baal.

Vejamos quadro abaixo:



1) Ankh Nes Meryre e filho Pepi.

2) Cyprus.

3) Madonna Guanyin, deusa da misericórdia

4) Matrika de Tanesara da India

5) Yasoda e Krishna.

6) Mãe e Filho 2000-1850 B.C.

7) Mexico, Jalisco 200 B.C.- 500 A.D.

8) Maya.

9) Mexico, Colima 200 B.C.- 500A.D.

10) Mykene, Grécia

11) deusa Sun , Arinna.

12) Virgem Maria (esta não é a virgem Maria da Bíblia)



O livro clássico do Reverendo Alexander Hislop, The Two Babylons [As Duas Babilônias], escrito em 1917 afirma que foi Sem que montou um exército e matou Ninrode (Moloque).

Para garantir que os povos daquele tempo compreendessem perfeitamente a totalidade da derrota de Ninrode nas mãos do defensor de Deus, Sem desmembrou o corpo de Ninrode e enviou as partes às muitas cidades do império, para servir de advertência sobre o que aconteceria a quem se atrevesse a seguir as crenças de Ninrode.

No entanto, os aderentes de Ninrode eram muitos e estavam determinados a continuar com as práticas idólatras de seu falecido líder.

Assim, seus seguidores fundaram as primeiras Sociedades Secretas com o objetivo de preservar suas doutrinas e objetivos.

Estas sociedades seriam protegidas por juramentos sérios e confissões.

As confissões dos iniciados eram críticas, pois uma vez que uma pessoa revelava seus erros para outra pessoa, era mantida por medo de exposição, caso deixasse a sociedade.

Essa provavelmente é a razão porque Jesus Cristo disse que nada deve ser feito em segredo, e que seus seguidores não devem fazer juramentos.



Naturalmente satanás pré-criou a Deusa Mãe e depois desvirtuou a história da verdadeira Maria a divinizando, a transformando numa “Nossa Senhora”.



1. Bíblia condena a idéia de uma Rainha do Céu (Astarte, Semirâmis)

Jeremias 7:18 Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira.



2. Os seguidores de Javé usavam o argumento de que possuiam prosperidade material ao seguí-la.

Jeremias 44:17 Mas certamente cumpriremos toda a palavra que saiu da nossa boca, queimando incenso à rainha dos céus, e oferecendo-lhe libações, como nós e nossos pais, nossos reis e nossos príncipes, temos feito, nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém; e então tínhamos fartura de pão, e andávamos alegres, e não víamos mal algum.



Jeremias 44:18 Mas desde que cessamos de queimar incenso à rainha dos céus, e de lhe oferecer libações, tivemos falta de tudo, e fomos consumidos pela espada e pela fome.

Curiosamente, no final dos tempos quem não seguir a religião universal ou Babilônica, símbolo do catolicismo e protestantismo corrupto não poderá comprar e nem vender (Apoc 13:11-17). Veja A Profecia das Nações para entender melhor.