CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

quarta-feira, 9 de maio de 2018

JANEIRO




Homenagem a Jano, deus de duas faces, uma voltada para a frente e outra para trás. 

Protetor das entradas e saídas, ele era considerado também deus dos princípios e começos – como a primeira hora do dia e o primeiro mês do ano.




fonte:https://mundoestranho.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-dos-nomes-dos-meses/

O primeiro calendário romano, estabelecido no século VII a.C



Tudo começou na Roma Antiga, alguns séculos antes da Era Cristã. 

No primeiro calendário romano, estabelecido no século VII a.C., o ano tinha 304 dias e era dividido em dez meses – a contagem começava em março e terminava em dezembro. 

Com o passar do tempo, porém, o sistema foi criando uma defasagem porque o ano solar tem, na verdade, 365,25 dias.

Na época do rei Numa Pompílio, ainda no século VII a.C., a contagem estava 51 dias atrasada em relação ao início das estações. 

Pompílio criou, então, mais dois meses – janeiro e fevereiro – e o ano passou a ter 354 dias, mas não demorou para ocorrer outro desajuste. 

Em uma nova tentativa de acertar o calendário, Júlio César (100-44 a.C.) introduziu, em 46 a.C., o ano de 365 dias, baseado em um modelo utilizado pelos egípcios, sem alterar os nomes dos meses.

Os primeiros seis haviam sido nomeados em homenagem a deuses e festividades romanas e os seguintes, de acordo com sua ordem numérica – mas julho e agosto foram posteriormente rebatizados em homenagem a Júlio César e seu sucessor, Augusto (63 a.C.-14 d.C.).

fonte : https://mundoestranho.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-dos-nomes-dos-meses/


terça-feira, 8 de maio de 2018

Março o primeiro mês do ano litúgico na Csa de Yemanjá, o mês de Iyáogum e Ogum.




O mês de março (AO 1945: Março) é o terceiro mês do ano no calendário gregoriano e um dos sete meses com 31 dias.

Março inicia (astrologicamente, não sideral) com o sol no signo de Peixes e termina no signo de Áries. 

Astronomicamente falando, o sol inicia na constelação de Aquarius e termina na constelação de Pisces.

Março no Hemisfério norte é o sazonal equivalente a setembro no Hemisfério sul. Por volta de 21 de março, o Sol cruza o equador celestial rumo ao norte; é o equinócio de março, começo da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul.

O nome "março" surgiu na Roma Antiga, quando era o primeiro mês do ano e chamava-se Martius, de Marte, o deus romano da guerra. 

Em Roma, onde o clima é mediterrânico, março é o primeiro mês da primavera, um evento lógico para se iniciar um novo ano, bem como para que se comece a temporada das campanhas militares.

O ano iniciava em 1 de março na Rússia até o final do século XV. 

O Reino da Grã-Bretanha e suas colônias continuaram a utilizar o dia 25 de março para iniciar o ano até 1752, no mesmo ano eles finalmente adotaram o calendário gregoriano. Muitas outras culturas e religiões ainda celebram até hoje o Ano-Novo em março.

Em finlandês, o mês é chamado de maaliskuu, que tem origem em maallinen kuu significando o mês terrestre. Isto é porque em maaliskuu a terra começa a aparecer sob a neve derretida.

Historicamente os nomes para março incluem o termo saxão Lenctmonat, dado ao equinócio. Os saxões também chamavam março de Rhed-monat ou Hreth-monath (devido a seu deus Rhedam/Hreth) e os anglos chamavam-no de Hyld-monath.

No calendário judaico, o fim de fevereiro e o começo de março é chamado de adar, o último mês, enquanto que o fim de março e começo de abril é chamado de nisã, e é considerado o primeiro mês.
fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mar%C3%A7o


ilha de resíduos entre a Califórnia e o Havai.



Quase 80 mil toneladas de lixo plástico ocupam no mar área equivalente a três Franças

É possível observar uma “ilha” de resíduos entre a Califórnia e o Havai. O lixo encontrado é maioritariamente plástico vindo do Oceano Pacífico, e redes de pesca abandonadas. 

O tamanho da “ilha” tem crescido exponencialmente uase 80 mil toneladas de detritos de plástico, compostos por 1,8 mil milhões de fragmentos, ocupam no Oceano Pacífico, entre a Califórnia e o Havai, uma área equivalente a três vezes a França, conclui um estudo publicado esta quinta feira.

A quantidade de plástico encontrada nesta área está "a aumentar exponencialmente", de acordo com o trabalho desenvolvido pela fundação Ocean Cleanup e por investigadores de instituições na Nova Zelândia, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Dinamarca e divulgado no boletim Scientific Reports, da revista científica Nature.

Os cientistas utilizaram dois aviões e 18 barcos para avaliar a poluição causada pelo plástico no oceano.

"Queríamos ter uma imagem clara e precisa daquela extensão de lixo no mar", disse o coordenador do estudo, o investigador Laurent Lebreton, da Ocean Cleanup Foundation. "Pensamos que há cada vez mais plástico a acumular-se nesta área", salientam os cientistas.

A concentração de lixo flutuante, que é muitas vezes descrita como uma "ilha" apesar de ser dispersa, já tem sido descrita, mas o estudo publicado hoje estima que a quantidade da massa de plástico presente é quatro a 16 vezes maior que o anteriormente referido e continua a acumular-se mais devido ao sentido das correntes marítimas e ao descuido dos humanos, tanto no mar, como em terra.

Não se trata de uma ilha ou de uma massa única, mas sim de uma vasta área com grandes quantidades de plástico, com detritos que vão dos pequenos bocados a elementos maiores, como redes de pesca abandonadas, que representam 46% do total, segundo o estudo.

A maior parte daquele plástico tem provavelmente origem em países do Pacífico, mas também pode vir de qualquer ponto do mundo pois aquele material anda por todo o oceano e até já foi encontrado no Ártico, segundo Laurent Lebreton.

Plásticos, como cotonetes, palhinhas ou sacos de plástico descartáveis, vão parar aos oceanos e deterioram-se, dando origem a pequenas partículas que são ingeridas pelos animais e podem levar à sua morte.

Através dos peixes, os microplásticos chegam à cadeia alimentar humana.

Os microplásticos também são ingrediente de muitos cosméticos e produtos de higiene pessoal, como exfoliantes para cabelo, corpo e rosto, pastas e cremes dentais, entrando na rede de esgotos, mas como são demasiado pequenos para serem completamente filtrados nos sistemas de tratamento vão para os rios e mares.

A poluição do mar pelos plásticos é um problema global. Em 1990, a produção de plástico era metade da atual e daqui a alguns anos poderá existir no oceano mais plástico do que peixe, se nada for feito para evitar o elevado consumo deste material, segundo organizações ambientalistas.

fonte: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:http://expresso.sapo.pt/internacional/2018-03-22-Quase-80-mil-toneladas-de-lixo-plastico-ocupam-no-mar-area-equivalente-a-tres-Francas





100 milhôes de toneladas de lixo



Uma enorme área do Pacífico está tomada por cerca de 100 milhôes de toneladas de lixo

O maior depósito de lixo do mundo não se localiza em terra firme. Está no Oceano Pacífico, numa imensa região do mar que começa a cerca de 950 quilômetros da costa californiana e chega ao litoral havaiano. Seu tamanho já se aproxima de 680 mil quilômetros quadrados, o equivalente aos territórios de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo somados – e não pára de crescer.

Descobridor do aterro marinho gigante, também chamado de “vórtice de lixo”, o oceanógrafo norte-americano Charles Moore acredita que estejam reunidos naquelas águas cerca de 100 milhões de toneladas de detritos – que vão desde blocos de brinquedos Lego até bolas de futebol e caiaques. Correntes marinhas impedem que eles se dispersem. “A idéia original que as pessoas tiveram foi que era uma ilha de lixo plástico sobre a qual você quase poderia andar”, observa Marcus Eriksen, diretor de pesquisas da Algalita Marine Research Foundation, organização norte-americana criada por Moore. “Não é nada disso. É quase uma sopa plástica.”

Cerca de 20% dos componentes desses depósitos são atirados ao mar por navios ou plataformas petrolíferas. O restante vem mesmo da terra firme. Segundo o oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, especializado em destroços de navegação e que acompanha a presença de plásticos nos mares por mais de 15 anos, o vórtice de lixo se assemelha a um organismo vivo: “Ele se move como um animal grande sem coleira.” A aproximação dessa massa à terra firme, por eventuais mudanças de correntes marinhas, produz efeitos temíveis, assinala o cientista: “A colcha de lixo regurgita, e você tem uma praia coberta com esse confete de plástico.”

MOORE DESCOBRIU o mar de lixo por acaso. Em 1997, ele participava de uma competição de iatismo entre Los Angeles e o Havaí e tentou cortar caminho por uma rota evitada pelos navegadores, entrando no vórtice conhecido como North Pacific Gyre (“Giro do Pacífico Norte”) – uma região sem ilhas onde as águas do Pacífico se movimentam lentamente de forma circular, no sentido horário, por conta de ventos escassos e fortes sistemas de alta pressão. O acúmulo de detritos ali chega a tal ponto que para cada quilo de plâncton nativo da região contamse seis quilos de plástico.


Moore ficou boquiaberto por se ver cercado de detritos, dia após dia, a tamanha distância do continente. “A cada vez que eu subia ao convés, havia lixo flutuando perto”, ele disse numa entrevista. “Como pudemos emporcalhar uma área tão imensa? Como isso podia continuar por uma semana?” A experiência marcou tanto o oceanógrafo que ele, herdeiro de uma família que fez fortuna com petróleo, vendeu toda a sua participação acionária e se tornou um ambientalista.

No alto, Marcus Eriksen (de pé), da Algalita Foundation, navega no Alasca com um barco feito de lixo plástico. O desastre ecológico causado por detritos como esses convenceu Charles Moore a dedicar-se à causa ambiental.

Os detritos reunidos nas regiões de giros se decompunham na natureza, mas a DURABILIDADE dos plásticos

modernos mudou bastante esse panorama

Ouvido pelo jornal inglês The Independent, o oceanógrafo David Karl, da Universidade do Havaí, considera que é preciso fazer mais pesquisas para determinar o tamanho e a natureza da sopa plástica. Mas não duvida da descoberta de Moore. “Afinal, o lixo plástico está indo para algum lugar, e já é hora de termos um relatório completo da distribuição de plástico no ecossistema marinho e, especialmente, seu destino e impacto nos ecossistemas marinhos.”

Karl está coordenando com a fundação de Moore uma expedição ao mar de lixo no segundo semestre deste ano, e acredita que a expansão da área do vórtice já representa um novo habitat marinho.

O entulho plástico despejado pelo homem nos mares mata a cada ano mais de um milhão de pássaros e cem mil mamíferos marinhos, e sua entrada na cadeia alimentar representa risco para a saúde humana.

Sabia-se que os detritos que acabavam nas regiões de giros se decompunham na natureza, mesmo com a proteção aos raios ultravioleta oferecida pela água do mar. A durabilidade dos plásticos modernos, porém, mudou bastante esse perfil – eles podem levar centenas de anos para se degradar. No lixão do Pacífico Norte já foram encontrados plásticos fabricados há 50 anos. Segundo Moore, como o mar de lixo é translúcido e situa-se abaixo da superfície oceânica, não é detectável nas fotografias de satélites. “Você o vê apenas da proa dos barcos”, afirma. Como ainda nada se faz sobre o problema, ele só tende a crescer. No início de fevereiro, Moore alertou que, se os consumidores não reduzirem o uso de plástico descartável, a “sopa” do Pacífico Norte poderá dobrar de tamanho na próxima década.

Acredita-se que 90% do lixo flutuante nos oceanos é composto de plástico – um índice compreensível, já que esse material é um dos que levam mais tempo para se decompor na natureza. No Mar Mediterrâneo, considerado o mais poluído do planeta, cada quilômetro quadrado contém cerca de duas mil peças de plástico flutuante. Esses detritos têm efeito trágico sobre a vida animal. De acordo com o Programa Ambiental da ONU, os entulhos plásticos são responsáveis anualmente pela morte de mais de um milhão de pássaros e de cem mil mamíferos marinhos, como baleias, focas, leões-marinhos e tartarugas. As aves marinhas confundem objetos como escovas de dente, isqueiros e seringas com alimento, e diversos deles foram encontrados nos corpos de animais mortos.

SEGUNDO CIENTISTAS holandeses, de um grupo de cem fulmares (aves marinhas das regiões árticas), mais de 90 morrem com resíduos de plástico em seus estômagos. Os pesquisadores estudaram 560 fulmares provenientes de oito países e descobriram que os pássaros haviam ingerido em média 44 itens de plástico. Apenas um desses animais, recolhido morto na Bélgica, tinha em seu corpo 1.603 diferentes pedaços de plástico. Uma tartaruga encontrada numa praia havaiana apresentava em seu estômago e intestinos mais de 1.000 pedaços de plástico.

Marcus Eriksen ressalta que a água com essa massa de lixo marinho também representa um risco para a saúde humana. Centenas de milhões de minúsculas bolinhas de plástico, a matéria- prima dessa indústria, são perdidos ou desperdiçados anualmente e acabam por chegar ao mar. Esses poluentes atuam como esponjas, atraindo substâncias químicas produzidas pelo homem, como hidrocarbonetos ou o pesticida DDT. O passo seguinte é eles entrarem na cadeia alimentar. A esse respeito, Eriksen salienta: “O que vai para os oceanos vai para esses animais e vem para seu prato” – um lembrete, como se vê, mais do que oportuno.



Para saber mais Alan Weisman, The World Without Us, St. Martin’s Press.

fonte: https://www.revistaplaneta.com.br/mar-de-lixo/


terça-feira, 26 de setembro de 2017

IÁ MI CHEGAM AO MUNDO COM SEUS PÁSSAROS MALÉFICOS



Ia Mi - ilustração de Pedro Rafael para o livro
Mitologia dos Orixás de Reginaldo Prandi

As Iá Mi Oxorongá são nossas mães primeiras,
raízes primordiais da estirpe humana, são feiticeiras.
São velhas mães-feiticeiras as nossas mães ancestrais.
As Iá Mi são o princípio de tudo, do bem e do mal.
São vida e morte ao mesmo tempo, são feiticeiras.
São as temidas ajés, mulheres impiedosas.

As Oxorongá já viveram tudo o que se tem para viver.
As Iá Mi conhecem as fórmulas de manipulação da vida,
para o bem e para o mal, no começo e no fim.
Não se escapa ileso do ódio de Iá Mi Oxorongá.


O poder de seu feitiço é grande, é terrível.
Tão destruidor quanto é construtor e positivo o axé,
que é a força poderosa e benfazeja dos orixás,
única arma do homem na luta para fugir de Oxorongá.
Um dia as Iá Mi vieram para a Terra e foram morar nas árvores.
As Iá Mi fizeram sua primeira residência na árvore do orobô.
Se Iá Mi está na árvore do orobô e pensa em alguém,
este alguém terá felicidade, será justo e viverá muito na Terra.
As Iá Mi Oxorongá fizeram sua segunda morada


na copa da árvore chamada araticuna-da-areia.
Se Iá Mi está na copa da araticuna-da-areia e pensa em alguém,
tudo aquilo de que essa pessoa gosta será destruído.
As Iá Mi fizeram sua terceira casa nos galhos do baobá.
Se Iá Mi está no baobá e pensa em alguém,
tudo o que é do agrado dessa pessoa lhe será conferido.


As Iá Mi fizeram sua quarta parada no pé de Iroco, a gameleira-branca.
Se Iá Mi está no pé de Iroco e pensa em alguém,
essa pessoa sofrerá acidentes e não terá como escapar.
As Iá Mi fizeram sua quinta residência nos galhos do pé de Apaocá.
Se Iá Mi está nos galhos do Apaocá e pensa em alguém,
rapidamente essa pessoa será morta.

As Iá Mi fizeram sua sexta residência na cajazeira.
Se Iá Mi está na cajazeira e pensa em alguém,
tudo o que ela quiser poderá fazer, pode trazer a felicidade ou a infelicidade.
As Iá Mi fizeram sua sétima morada na figueira.

Se Iá Mi está na figueira e alguém lhe suplica o perdão,
essa pessoa será perdoada pela Iá Mi.
Mas todas as coisas que as Iá Mi quiserem fazer,
se elas estiverem na copa da cajazeira,
elas o farão,
porque na cajazeira é onde as Iá Mi conseguem seu poder.
Lá é sua principal casa, onde adquirem seu grande poder.
Podem mesmo ir rapidamente ao Além, se quiserem, quando estão nos galhos da cajazeira.
Porque é dessa árvore que vem o poder das Iá Mi
e não é qualquer pessoa que pode manter-se em cima da cajazeira.
Elas vieram para a Terra.
Eram duzentos e uma e cada qual tinha o seu pássaro.
Eram as mulheres-pássaros, donas do eié,
eram as mulheres-eleié, as donas do eié.

Quando chegaram, foram direto para a cidade de Otá
e os babalaôs mandaram preparar uma cabaça para cada uma.
Elas escolheram sua ialodê, sua sacerdotisa.
Foi a ialodê quem deu a cada eleié
uma cabaça para guardar seu pássaro.
Então, cada Iá Mi partiu para sua casa
com seu pássaro fechado na cabaça
e lá cada uma guardou secretamente sua cabaça
até o momento de enviar o pássaro para alguma missão.
Se é para matar, ele mata.
Se é para trazer os intestinos de alguém,
ele espreita a pessoa marcada para abrir seu ventre
e colher seus intestinos.

Se é para impedir uma gravidez,
ele retira o feto do ventre da mãe.
Ele faz o que lhe for ordenado e volta para sua cabaça.
Iá Mi, então, recoloca a cabaça em seu lugar secreto.
Mas, se a pessoa possui um encantamento contra a feiticeira,
ela deve dizer a seguinte fórmula:
“Que aquela que vos enviou para me pegar, não me pegue”.
Assim, por mais que tente o pássaro não poderá executar sua tarefa.
Sua dona terá de ir em busca do auxílio das outras Iá Mi.
Ela vai à assembléia e relata seu problema.
As ajés, as feiticeiras, devem trabalhar com ela,
porque não podem realizar sua tarefa sozinhas.
Então, Iá Mi leva um pouco do sangue da pessoa que quer prejudicar.
Todas as outras Iá Mi o põem na boca e o bebem.
Depois, elas se separam e não deixam dormir a vítima.

O pássaro é capaz de carregar um chicote,
pegar um cacete,
tornar-se alma do outro mundo,
e até mesmo pode Ter o aspecto de um orixá;
tudo para aterrorizar a pessoa à qual foi enviada.
Assim são as Iá Mi Oxorongá.
Esta é a sua história.



IÁ MI ODU* FICA VELHA E MORRE


Ìyàmì-Odu = Recipiente – Útero – Cabaça – O Planeta – Ovo – Esfera existencial(*)


Iá Mi Odu fez oferendas a Ifá para saber seu futuro.
Ficou dito que Odu viveria muito.
Odu se tornaria muito velha.
Sua cabeça ficaria toda branca.
Quando a velhice chegou,
Odu prepararou-se para deixar este mundo.
Mas antes de morrer Odu queria deixar algo que a substituísse
quando seus filhos precisassem dela.
Odu deixaria uma cabaça especialmente preparada
e através da cabaça seus filhos estariam em contanto com ela.
Iá Mi foi procurar seus quatro conselheiros:
Obatalá, Obaluaê, Ogum, Odudua.
Ela os chamava porque queria falar com sua gente antes de partir.
Odu tinha que ir pra o lugar dos velhos
e queria que seus companheiros protegessem seus filhos,
que continuariam a viver na Terra.
Vendo que Odu queria mesmo partir, os quatro orixás concordaram.
Cada um deles tinha seu ibá, sua cabaça-assentamento,
onde cada um estava representado,
e seria também por meio da cabaça
que os filhos de Odu invocariam os orixás,
sempre que precisassem de seu socorro.
Foi o pacto que os orixás fizeram com Odu.
E tudo que havia nos ibás dos orixás
deveria haver no ibá de Iá Mi Odu.
Odu preparou uma cabaça maior que a dos orixás.
Então Obatalá trouxe sua cabaça de efum para Odu.
Tudo o que os filhos de Odu pedisse àquele ibá  eles teriam.
Obaluaê trouxe sua cabaça de ossum para Odu.
Todas as coisas que os filhos de Odu pedissem
à cabaça de Obaluaê eles receberiam.
Ogum trouxe sua cabaça de carvão para Odu.
Se os filhos de Odu adorassem o assentamento de Ogum,
não morreriam na infância e não sofreiam na velhice.
Odudua trouxe seu ibá de lama para Odu.
Os filhos de Odu adorariam a cabaça de Odudua
e teriam sempre sua proteção.
Assim, Odu tinha s quatro elementos primordiais do mundo
dentro daquelas quatro cabaças.
Odu tomou desses elementos para preparar o seu ibá.
Odu estava velha, mas antes de morrer
ela preparou seu assentamento, seu altar.
Seus filhos poderiam adorar a mãe adorando seu ibá.
E todo babalaô que quisesse adorar Orunmilá,
antes teria que adorar a sua esposa Odu,
que está representada no ibá
que os sacerdotes chamam de "aperê igbodu",
que significa assentamento para culto de Ifá,
e pertence a Orunmilá e a Odu, sua mulher.
Os destinos dos filhos de Odu estão inscritos em seu ibá.
Nossa Mãe Odu envelheceu e teve que partir,
mas seus filhos nunca estarão sozinhos neste mundo.
Os filhos de Iá Mi somos nós, os seres humanos.
Iá Mi Odu é nosa mãe Oxorongá.



SOCIEDADE FEMININA




Enquanto no estado de sonho, somos informados que durante o período primal do nosso desenvolvimento cultural, antigos anciãos Africanos cuidadosamente monitorizados e desenvolveu o sistema indígena de Ifa ética e prestava muita atenção a todas as atividades principais e comportamento social em seu mundo. 

A partir desta analogia uma sofisticada estrutura, infalível pragmática foi desenvolvido a partir do qual seus descendentes pudessem viver e usar como base para criar maravilhosas, sociedades "civilizadas" e manter a existência pacífica dentroda cominudade, eles devem escolher. 

Até à data, Ifá é uma das poucas retenções clássico religiões do nosso passado antigo e é preservado como uma pedra angular da ética viável continental Africano. Suas escrituras sagradas como ter sobrevivido a mais "no tato", apesar do genocídio cultural que tem ou destruídas, devastadas ou contaminado a maioria dos outros sistemas tradicionais indígenas Africano. 

Em sociedades onde a natureza patriarcal da ética ocidental predominam, a questão da feminilidade e o papel de cultos estão constantemente a ser discutido a importância de cultos nas sociedades ocidentais é muitas vezes subestimada, legalmente restrito e socialmente controlada em seu detrimento. No entanto, os iorubás antigos, embora gênero específico em seu formato cultural, eram extremamente atencioso com os cultos e sua importância recebida como mães ao "equilíbrio" da sociedade. Neste artigo, vamos revelar a perspectiva tradicional Ifa de como a África antiga fala com relação à questão da feminilidade e oferecê-lo como uma posição opcional que as pessoas pode Ressuscitar a medida que nos aproximamos do século 21. 

Iremos utilizar os dados apresentados em Osa o Odu da Megi e Ose'Tura para apoiar a nossa posição sobre a questão da feminilidade. Vamos, então, observar o que Ifá diz sobre um dos temas mais controversos da década de noventa. 

O Orisá que é a personificação da feminilidade sob a perspectiva é Osun. Babalawos antigo sussurro mesmo em templos de hoje orisa, orixá Osun, que continua a ter uma posição de destaque de uma enorme riqueza e honra entre os Irunmale. Mas quando estudamos. . . o oraculo também nos diz em Ose'Tura, que em tempos primordiais, ele não começou assim. Muito pelo contrário, a Irunamle não bem-vinda a participação de Osun na criação do mundo, nem respeitá-la especial "presentes". Ifá ensina que no início da criação do mundo, quando o 'time' de primeira Irunmale foram enviados para projetar e preparar o mundo para a habitação, Osun, foi contratada para andar com pé de igualdade entre os Irunmale. A aura do sagrado Orisa estava tão impregnado de Iwa Pele causado Olodumare ser especialmente satisfeito com ela que foi dado o "frisado coroa", que o direito dela como uma pessoa idosa honrado entre eles. Na verdade, a nossa mãe bendita foi ainda fornecido com o interage necessários para completar seu tribunal e cumprimentá-la ase. Mas, após a Irunmale tinha dado saudações a Ifa, Orunmila percebeu que Eles evitado e ignorado Osun.

Ele perguntou por que nenhum deles queria lidar com Osun, e Eles responderam: "É porque ela é mulher". Orunmila, em seguida, advertiu-os: "Não ir até lá, a menos que você quer que sua palavras (ase) a perecer!" Ele ainda disse a eles .... se julgar sua natureza feminina como uma fraqueza, ou estranho, ou algo para evitar e ignorar, ela é extremamente poderosa e tem um enterage dedicada de poderosos seguidores Irunmale que respondem só para ela! Uma vez que este foi revelado, o Irunmale Orunmila agradeceu e começou a consultar com Osun,Foi neste ponto, que o seu trabalho feito progresso! O Oraculo Osa Meji é um dos Odu Ifa que dita o protocolo correto que todos devem usar quando se aproxima a totalidade da feminilidade. Ase é uma expressão (Iorubá) Africana que tem um número de utilizações genéricas, mas seu significado fundamental é, a capacidade de fazer algo acontecer, ou seja,poder! Mais especificamente, Ase é que a capacidade expressa quando executado, faz um impacto significativo, perceptível, e mutável sobre seu assunto ou o objeto de sua direção. O conceito de gênero, sendo a segunda lei do universo, existe com a finalidade de seriedade, ou seja, ordem. É a outra parte da “fórmula” necessária para a manutenção adequada de equilíbrio energético. Esta é a razão pela qual a ética Africana é específica de gênero e do mundo é sempre considerado de acordo com dois gêneros primários; feminino e masculino. Estes dois sexos deve idealmente operam em freqüências determinadas uns com os outros para que as operações de ordem mundial. Segundo a tradição, tudo tem uma hierarquia pré-determinada sociais na África e é organizada em um estrato de acordo com sua vinda à existência cronológica. E um ser humano é definido de acordo com seu nível de atributos comportamentais, ou seja, Iwa Pele. A lei determinou que foi dado a Iya Mi Aje Osoronga por Olodumare, o Supremo Controlador do Universo, no início da criação está consagrado na Odu sagrado, Osa Meji, que diz: "Seu Ase será para manter o mundo ... Isso será um pássaro contido numa cabaça coberta. Exercite seu Ase com cuidado! De acordo com o Oráculo de Ifá, Iya Mi Aje Osoronga é o um dos nomes sagrados da entidade misteriosa e divina que conhecemos como poder feminino, ou seja, o sexo identificado como feminilidade, o que implica todas as características de feminilidade! Cultos Africano apresentam as características únicas em um nível humano que existem no divino "IyaMi." cabaça Iyami Aje do ritual / simboliza o útero, ou seja, , a vida intra-uterina em todas as suas expressões, enquanto o seu ícone da divindade é tangível visto no Osoronga magnífico, (Garça), uma ave exótica Africano cuja encantadora voz emite gritos na calada da noite!

IyaMi Aje conter, manter e valorizar o segredo da vida, e pode mudar a balança da ordem mundial e equilíbrio. Ela é o milagre que traz humanidade e é também a força que remove ou restringe-la. Iya Mi Aje é livremente traduzido como "Nossa Mãe que come". Muito poucas pessoas compreender ou aceita que dela emana capacitação de Olodumare, o Ser Supremo, como confirmado no Oráculo de Ifa, Odu Osa Meji.

 IyaMi Aje Osoronga também pune aqueles que violam as leis do universo. Ela mantém vigilância constante sobre os poderes que tem em todos os níveis da sociedade que poluem as águas, córregos, oceanos, florestas, atimosfera e de fato a terra própria! Os antigos, especialmente da África Ocidental e Central considerar culto de possuir certo tipo de poder que é extraordinário, misterioso, fenomenal, e como tal, são reverenciados em sociedades em todo o continente Africano. Todas as espécies do sexo feminino são os "escolhidos" de Iyami e, portanto, carregam a essência de Iyami, mais ou menos, dentro de seu ser e que o grau de Iyami é o que define a natureza feminina. 

Iyami traz paz, saúde, bem estar, e fertilidade a todos. Como a última palavra em reciprocidade, o poder de Iyami também pode trazer seca, esterilidade, à guerra e a doença, quando as leis de Olodumare são infrigidas! E assim, Africano as pessoas têm um medo que se intensificou o respeito de Iyami Aje Seja como for, Iyami continua a ter posse exclusiva dos poderes sustentação da vida! Ela monitora o cosmos em nome do bem-estar do mundo pessoas de ascendência Africana todos! Todo o mundo faria bem em prestar homenagem e tributo ritual ao poder místico de IyaMi Aje. 

Transformação, paciência, indulgência, calma, "a cabeça fria", força, flexibilidade, sabedoria, clarividência, sigilo, enigmático, invulnerabilidade estas são apenas algumas das virtudes da feminilidade que o estrato social Africano procura desenvolver e refinar no mais alto nível dentro de feminilidade Africano através de sociedades secretas. Culto Africano retratar-se de uma maneira "controlada" grave, através de seus vestidos códigos, estilos de cabelo e linguagem corporal. Nada é deixado "solto" ... o cabelo é cuidadosamente mantidos juntos, calças são evitadas em público e a iburun iro, bubba, e gueledé preferido como o símbolo de uma mulher culta digno de respeito pelo mundo! 

A composição fisiológica da espécie fêmea tem certas dimensões que regem sua natureza feminina. Os órgãos genitais femininos representam a abertura da superfície que permitir o acesso para as profundezas do nosso misterioso origens físico, e, como tal, simboliza o desconhecido. O caráter desta parte mais sagrado da feminina fisiologia é projetado para ser agradável, absorvendo a contraparte masculina de incentivar e acomodar o processo de procriação O útero interior simboliza o universo em micro;. Umidade contendo, centro de nutrição da vida, e sempre em mudança do útero. Simboliza a fertilidade, o desenvolvimento progressivo e sigilo. A mama é o último símbolo de alimento e fonte de alimento uma vez que a criança é entregue ao mundo, para as gerações futuras. 

O físico feminino é especial e sagrado causando ética Africana e personalizado para insistir que a integridade da anatomia feminina por adequadamente vestido! Mesmo ícones nosso orisá são blindados em pano de acordo! Como tal, os iorubás antigos criaram o código de vestimenta ideal de bubba, iro, iburun e gueledé, que quando usado pela mulher Africano, virtudes simboliza . de uma rainha Há também coisas fisicamente presente no mundo que pertencem a Iyami Aje, a terra é um símbolo de estabilidade, porque a nossa pele, cabelo, etc todos vêm dela, e retornará a ela sobre a nossa partida da física estado, a água é um símbolo de fluidez, porque ela está em conformidade com os limites da disciplina, é mutável, mas não pode ser dominado; a sombra é de símbolo de compreensão, porque ela não pode ser tocado, eo vazio é o símbolo do mistério, porque ela só pode ser apropriada por estar cheio! Pode-se dizer que quando contraparte masculina da mulher se funde com ela, ele está a tentar preencher o vazio de sua própria imperfeição! Iyami Aje Osoronga é, portanto, seres Supremo. Seus tabus são o isolamento da sociedade, e destruição da natureza em qualquer nível. 

Qualquer sociedade que não envolvem e têm um grande respeito pela integridade da psique feminina está caminhando para sua própria destruição! O iorubá antigos tinha um conhecimento especial do poder da feminilidade e mesmo que eles tinham uma visão exclusivamente patrilinear, eles deliberadamente atribuídas certas funções na sociedade estritamente a cultos, como o controle do dinheiro, por meio do mercado! Osa Meji nos aconselha a "tomar baixa", tome cuidado quando na presença dos poderes mais velho feminino, ou seja, uma velha . Como cultos Africanos têm a sagrada responsabilidade de guardar os nossos corpos, mentes e espíritos e lembrem-se da fonte e guardiã da nossa feminilidade. Não podemos dar ao luxo de envolver nossos deus Africano nos vícios várias partes do mundo ocidental, através da participação em comportamento humano em qualquer nível que interfira com a nossa feminilidade Africana e coloca em "risco". Cultos Africanos não pode dar ao luxo de compartilhar algumas do lazer comportamental de outras raças e culturas. Por exemplo, para uma mulher Africana de participar em qualquer tipo de grelhar atividade com alguém que não seja uma contrapartida do sexo masculino seria perigoso para o seu bem estar e ofensiva para Iyami Aje a quem pertencem todos os cultos Africanos.

Promiscuidade é evitada e inaceitável pela sociedade Africana homens, ou meninos (ou alguém) que desrespeitar, sodomizar, e de outra maneira abuso " , em qualquer lugar de qualquer idade", acabará por ser disciplinado por IyaMi Aje. Maternidade é a expressão suprema da feminilidade e deve ser o objetivo de cada mulher Africana. Africano são os cultos de sustentação cultural Africano e religião e deve sempre levar-se em público, bem como privadas, de forma, vestido, e pensei como tal. A área que circunda o útero deve ser sempre coberto, o corpo deve ser banhado da cabeça aos pés diariamente, o cabelo deve ser denominado de forma "controlada" . Expressão pública deve ser subjugada, e palavras escolhidas com cuidado e reflexão cuidadosa. Reserve o seu desentendimento com seu companheiro para os momentos privados, onde você pode livremente se expressar. Sistematicamente ensinar e monitorar seus filhos mesmo com a cultura da África e do comportamento maneira que seja favorável a um advogado culinária. que o mundo lhe dar sua posição elevada, comportando-se e vestir-se e falando de uma maneira altamente elevados.

cultos Africano formam o controle completo de sua vida social, espiritual e física muito antes de o movimento feminista ocidental veio a fruição. Uma vez que uma mulher Africana reaprende sua cultura antiga e um sistema de ética, ela tornou-se assim alinhado com todas as mães antigas que vieram antes dela, e que irá ressuscitar o seu conhecimento de si mesma dentro dela! Todos os Orisas feminina se unem em IyaMi Aje. Osun ,Oya, Yemonja, Oba, Onile, Aje, Odu, Nana Buruku, Olokun e todas as mães ancestrais são consagrados como o 'um' genérico em IyaMi Aje. Este é o fundamento da feminilidade Africana que nos faz tão forte!



PROJETO XIRÊ !!!




Candomblé se aprendo no Terreiro !

Este projeto consiste em reunir, filhos, devotos e simpatizantes não somente do candomblé e sim de todas as manifestações da cultura de matrizes africanas para aperfeiçoar a sagrada dança dos Orixás.

A dança é uma forma de linguagem, afim do contato imediato, estabelecido com a divina energia africana. Atraída diretamento pelos sons dos atabaques e cãnticos sagrados, Deuses estes, que deram origens aos tantos outros, de vastas culturas e tradições mundiais !


domingo, 6 de agosto de 2017

Yemaya



Estávamos todos encantado na presença do mar. 

Apesar de ser temível e perigoso é tipo, uma vez que é a fonte e sustento da vida. 

Água faz veias na terra e se expande gerar vida onde quer que ele vá. Yemaya, senhora e rainha de água do mar, fonte essencial de vida. 

Orisha maior, o princípio mãe Universal. 

Considerada a mãe de todos os orixás. 

Ele também é conhecido como Olokum, yembo e Yemmú. Olokun ou Olocun é a base de Yemaya, o maior de seus caminhos, é o orixá da procriação. 

A Yemayá Iyá Moayé, mãe do mundo, é creditado com a criação de Ile Ife, a cidade sagrada dos iorubás. 

Suas celebrações durar por vários dias. 

O canto harmônico e dança em sua honra são as mais bonitas no panteão ioruba. 

Ele diz que o santo nasceu do mar. 

A terra que sabemos foi transportado em um caracol e caracol criaturas informados sobre as tarefas a serem executadas.

Eles existem em figuras esculpidas em madeira que representam lo como uma bela mulher grávida, cheia de vida com mamas muito grandes África. 

Esta imagem também simboliza a fertilidade que lhe permitiu a ser a mãe dos orixás. Ele também é representada rodeada por seus filhos.

Yemaya é uma bela mulher de estatura média, negro como o carvão, com cabelos encaracolados completamente. mãe admirável, Valente, impondo, bruxa assustador, mas amorosa, humana e acolhedora. Atenta e obsequioso. É como Obatalá. rainha soberana de um bom governo matriarcal.

É abrangente, Inteligente e amorosa com seus filhos, e também é uma avó indulgente quem você permite ochun seu cuidado, Ibeyis, filhos de Chango e Oxum e Oche Adeu filho de Oxum e Orula.


Os patakíes redor Yemayá são muito numerosos. Ela era a esposa de Obatalá ou Obdúa. Em outros avatares mulher aparece como Babalu Aye, Agayu, Orula, e Oggún. Neste último, como um guerreiro é terrível e imaginativa. Boa bruxa, visionário e iluminado. Indomável e rancorosa, mas com terríveis cães (guardiões do mundo escuro e subterrâneo infernal) medo. Como um bom guerreiro como alças de facão Oggun. Yemaya habitual para utilizar sete Sallas e ninguém sabe o que está abaixo deles. É tão forte que é capaz de lutar como um homem próximo a Oggún Arerê ou alado.

Yemaya entretém caça, pesca e jogo. Machete lida com grande habilidade. Ele tem uma personalidade inflexível e sagaz. Suas punições são inflexíveis e severos, e raiva terrível, como o mar revolto.

Apesar de sua severidade é justo. Que se estabeleceram, antes de pronunciar seu nome, você deve tocar o chão como saudação com a ponta dos dedos e beijá-los pegada poeira.

Yemaya é um exemplo de amor filial, vive em água, especialmente no mar. Ochun caro quer e uma vez até salvou sua vida. Ela é a mãe do mundo e este é um dos maiores divindades do panteão ioruba. Ele todas as coisas nascem da terra, a vida é nascer.

É o Orixá da criatividade e da natureza. caracóis do mar nascem e que é por isso que na religião é com seus filhos os verdadeiros caracoleros.

Orixá Yemaya é um muito fundação como a sua natureza ea humanidade é nascido. É suave e nobre com seus filhos, aos quais ele tem muita paciência. Mas quando nada calma irritado quando isso acontece calamidades faz com que a pessoa que ofende.

Yemaya é a Rainha Ocumí, soberano absoluto desta religião e quando ele fala que é como se eu fizesse Obatalá. Seu sinal, representado por do sol e da lua é um símbolo da vida no planeta. A força do sol e do amor, descanso e regeneração representando a Lua, também conhecida como Ochu (NANA Buruku).

A nação patakíes sobre como a vida na terra são abundantes, mas em todos da deles é o protagonista Yemaya, a primeira mãe.


estradas Yemaya

Yemaya Yemmú ou yembo considerado na religião iorubá como Mãe de todos os orixás. É poderoso, sábio , eloquente e pensativo. Seu colar é feito com 21 contas azuis e um caracol entre duas esferas de vidro.

Yemaya Akuara. Ele vive em água doce e salgada. É bailadora, alegre e corretas. Não preparar feitiços, só lida com o cuidado dos doentes e desamparados. Está localizado na foz dos rios para o mar. É o único que salvou a vida de Oxum e protegido até o vencimento. É empena.

Yemaya Okute ou Okuti. Mora em recifes ao largo da costa ou na selva solitário e lugares desolados. Mas também é encontrado no rio, no mar, na lagoa ou na montanha.

Yemaya Achaba. É muito sábio e recatada. Sua palavra é obedecida em todos os momentos, mesmo em Ifa. Ele é o assistente Olofi.

Yemaya Awoyó. Quando necessário costuma usar sete guerra Sallas para lutar por seus filhos.

Yemaya Okoto. Sua morada é o mar profundo perto da costa. Onde conchas, corais e recifes.

Yemaya Lokún Nipa. deusa Stout, impondo, proprietário da força e poder do mar. Com vitalidade lida altas marés.

Yemaya Konlá. Titular da espuma do mar, caminha no surf enrolado num cobertor de limo navegador mar, reside inquietas em hélices e quilhas de barcos.

Yemaya Asesu. Olokun é o mensageiro que purifica a água suja e barrenta em rios poluídos, canos de esgoto e latrinas.

Yemaya Alara Magwa Onoboyé. Ele olha para os güemileres (partidos) para seu grande tamanho, elegância e riqueza e ostentação implantado, a fim de receber elogios e ofertas.

Yemaya Mayalewo. Ele vive na floresta perto de uma mola em torno do pântano. É frutífera e eterna. É uma bruxa e tem relações estreitas com Oggún.

Yemaya Owoyó Aguegué Owoyó Olodé. Esta é uma representação excelente e valioso da incrível criatividade de Olofi que brilha com mais força quando a lua cheia brilha.

lama Ye Yemayá Ile Ye. É uma mãe admirável , mas espera um monte de seus filhos. Quando eles estão visitando e seu partido só aceita ram.

Yemayá Ayaba Ti GBE IBU Omí. Majestade do fundo do mar, mãe do Rei Chango.

Yemaya Owo Sama. Doce, delicado e gentil mãe, dona de água flutuando nas nuvens e orvalho da manhã, proprietário também das calotas polares e águas subaquáticas.

Yemaya Atarah Magba Anibodé Iyá. Alegre. Mistress de água corrente nas cachoeiras e as paisagens solitárias e montanhas.

Yemaya Yalodé Yalodé. Vive no mar com seu séquito de sereias e tritões. soberana Universal. Sem ele, o planeta iria morrer.

As informações extraídas do livro Santeria Yoruba Celia Blanco.