CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

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sábado, 31 de maio de 2014

Transcendentalismo



Transcendentalismo é o nome do grupo de novas idéias na literatura, religião, cultura e filosofia que prega a existência de um estado espiritual ideal que "transcende" do físico e o empírico somente perceptivo por meio de uma sábia consciência intuitiva. 

O conceito surgiu na Nova Inglaterra, na metade do século XIX. 

Às vezes é chamado de "Transcendentalismo Estadunidense" para distingui-lo dos outros usos da palavra transcendental. 

Começou como um protesto contra o estado em que a cultura e a sociedade se encontravam na época, e, em particular, ao estado do intelectualismo de Harvard e a doutrina da Igreja Unitária ensinada na Harvard Divinity School.

Transcendentalistas conhecidos incluem Ralph Waldo Emerson, Henry David Thoreau, Margaret Fuller, assim como Amos Bronson Alcott, Orestes Brownson, William Ellery Channing, Frederick Henry Hedge, Theodore Parker, and George Putnam.

História

A publicação do artigo Nature, de Ralph Emerson torna-se o divisor de águas do momento em que o Transcendentalismo se torna um grande movimento cultural. Emerson escreveu: "Nós andaremos com nossas próprias pernas; trabalharemos com nossas próprias mãos; falaremos com nossas próprias mentes... Uma nação de homens finalmente existirá, porque cada um de nós inspira a Alma Divina." Emerson terminou o artigo chamando a todos para uma revolução do pensamento humano a surgir de uma nova filosofia idealista:

Então, vamos todos olhar para o mundo com nossos próprios olhos. Será a resposta para a infinita pergunta de nosso intelecto — O que é a verdade? O que é bom? —. Construí vosso próprio mundo. Vossa mente adotará enormes proporções quando se desabrochar. Uma revolução nas coisas irá determinar o fluxo dos espíritos.
No mesmo ano, o Transcendentalismo tornou-se um movimento coerente com a fundação do Transcendental Club em Cambridge, Massachusetts, em 8 de Setembro de 1836, pelos intelectuais Christopher Howard, George Putnam, Ralph Waldo Emerson, e Frederick Henry Hedge.

Os objetivos práticos dos transcendentalistas eram variados. Alguns do grupo ligavam o movimento com uma mudança social utópica (e, como Orestes Browson disse, estava também ligado ao socialismo), enquanto outros o viam como um projeto individual e idealista. Emerson era partidário da segunda visão. Em sua leitura de The Transcendentalist, em 1842, Emerson sugeriu que o objetivo de uma visão de vida puramente transcendental era impossível de se obter na prática:

Podeis ver neste escrito que não existe algo como um 'grupo' transcendental; não existe um puro transcendentalista; não temos nada a não ser profetas e arautos desta filosofia; sabemos que todos os que se inclinaram para o lado espiritual da doutrina não foram muito longe em sua busca. Tivemos muitos soldados, mas nenhum vitorioso. Saber disso, porém, é o melhor caminho para quebrar essa regra.
Nathaniel Hawthorne escreveu um romance, The Blithedale Romance, satirizando o movimento, baseado em sua experiência em Brook Farm, uma sociedade utópica baseada nos princípios transcendentalistas.

Traços do pensamento transcendentalista

Definidos em "The Transcendentalist", de Ralph Waldo Emerson:

Respeito pelas intuições
Abstenção de trabalho e competição
Busca de um estilo de vida solitário e crítico
Consciência da desproporção entre as habilidades de um homem e o trabalho causado por elas
Evitar influências
Evitar a sociedade em geral
Apreciação pela natureza, pelo seu simbolismo
Vida em ambientes rurais
Trabalhar e divertir-se em solidão
Ter paixão pelo extraordinário
Não é boa para cidadãos ou membros da sociedade
Felicidade, afeição, suscetível a ser amado
Exigência com a natureza
Desapontamento com a humanidade
Sociável
Unir beleza e poder
Idealismo
Admitir as limitações dos sentidos
Respeitar o governo só se este defende as leis de suas mentes
A realidade se origina de um "centro desconhecido" dentro de cada um de nós
Rejeitar doutrinas espirituais
Não se engajar em atividades públicas, como missões religiosas ou votar
Morto ou paralisado em essência
Rejeita a rotina, pois não há muita virtude nela
Constantemente esperando ordens divinas

Desdém pela educação organizada

Origens

As raízes do Transcendentalismo estão na filosofia transcendental de Immanuel Kant, que os intelectuais ingleses adotaram como alternativa ao "sensorialismo" de Locke.

Os transcendentalistas desejavam dividir sua religião e filosofia em princípios transcendentais: princípios não baseados em experiências sensoriais, mas vindas do interior espiritual ou mental do ser humano. Kant chamou todo o conhecimento de transcendental, pois não se prende somente a objetos, e sim a camadas de nossas mentes." Os transcendentalistas eram muito ligados à filosofia alemã, e às idéias de Thomas Carlyle, Samuel Taylor Coleridge, Victor Cousin, Germaine de Staël, entre outros autores.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Transcendentalismo




Posicionamento cético



É a explicação da não-explicação e o produto da ação formal da Fé. 


O que também é chamado de milagre, como o progresso óbvio e verdadeiro do ocorrido na transcendentalidade do real ocorrido. 

Sendo o que distingue a explicação de referência do teórico e do teólogo, em termos formais. 

O transcendental não tem a solução, nas mesmas circunstâncias, do que é exigência da ciência; e simplesmente apresenta a solução da verdade para o momento. 

Desses fatos da Bíblia que exegetas procuram demonstrar, da "abertura do Mar vermelho", por exemplo, de forma da ciência ou da teoria, quando na verdade, apenas o teológico possa explicar de forma a verdade da questão.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Transcendental


Ação transcendental



Todo ato engendrado por uma força superior ao universo em que está inserida, não quebrando mas sobrepujando as leis desse universo é um milagre, e por excelência um ato transcendental. 

É dito que a ação transcendental é não apenas impossível como incompreensível para aqueles que não estejam em comunhão com esse estado, ou ser que a engendrou.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Transcendental



Estado Transcendental



Segundo diversas correntes religiosas, o transcendental pode ser atingido ou compreendido, passando a ser um estado de espírito, ou grau de consciência.

 Nesta categoria se aplica o Nirvana budista e a Salvação cristã. 

Em última análise a Transcendência é o objetivo das religiões, como forma do homem se religar ao ser superior ou criador. 

Por isso é tradicionalmente dito que o Estado de Transcendental é possível de ser alcançado por todos os seres humanos, através dos dogmas aplicados por uma determinada religião ou ideologia, como resultado ou durante uma jornada espiritual, sendo geralmente advento de um processo de auto-conhecimento e/ou práticas que tornariam o ser gradativamente melhor até atingir uma iluminação. 

Este estado poderia se aplicar em diversas formas, sendo:

Transcendência moral para aspectos da personalidade e conduta altruísta e benevolente, equilibrando os estímulos humanos para que o ego possa agir com perfeição.

Transcendência física para o que transcende os limites das leis naturais, como o ciclo da vida ou a capacidade máxima de uma determinada função do corpo humano e mental na maioria dos casos em pessoas de terem nascido com 7 meses.

Transcendência intelectual que refletiria o conhecimento do todo e compreensão universal, podendo ou não tratar da onisciência.
Transcendência espiritual posição da consciência em que o espírito estaria livre de qualquer limitação relativa a sua pespectiva ou desígnios terrenos.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Transcendental


Natureza do Transcendental



O transcendental não é algo superior, ou ainda algo que venha a quebrar as leis da natureza, nem tão pouco um conceito magico/fantástico. 

Este seria o domínio do sobrenatural, que diverge de transcendental no sentido que este ultimo está além dos limites ou simplesmente não é afetado por eles. 

Enquanto que o sobrenatural é uma ruptura nas leis naturais ou físicas de um sistema, de caráter não aceito pela ciência. 

O transcendental é tido como o domínio ou amplitude total deste sistema, de um modo inconcebível para aqueles que estão limitados ao sistema, e não mensurável através de conceitos científicos.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Transcendental


Transcendental



Transcendental é tudo aquilo que está além do limites conhecidos do universo (em que está inserido). 

Sendo por conseguinte uma qualidade atribuída ao divino e própria ou relativa ao conceito de Deus, compreendendo também sua natureza, seu modo de agir, e entendimento a partir de uma perspectiva mística.

Entretanto, o termo não possui um caráter exclusivamente místico, podendo ser aplicado ao que ultrapassa à explicação da lógica e o formalismo da ciência.

Pode também ser associado ao álbum da banda Britânica, The Beatles, Magical Mystery Tour.


fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Transcendental



Humildade



Significado de Humildade

s.f. Característica de humilde; simplicidade ou despojamento.

Atributo característico de quem possui o conhecimento sobre os seus próprios limites; modéstia. 

Sentimento de inferioridade; em que há ou demonstra fraqueza diante de algo ou alguém. 

Que expressa submissão à frente de seus superiores; acatamento. 

Escassez de luxo; falta de brilho; com simplicidade; sobriedade: a humildade de suas vestes. 

Que não possui uma boa condição financeira; pobreza. 

(Etm. do latim: humilitas.atis)

Sinônimos de Humildade

Sinônimo de humildade: acatamento, despojamento, inferioridade, modéstia, pobreza, simplicidade, sobriedade, submissão e sujeição

Antônimos de Humildade

Antônimo de humildade: altivez, arrogância, desobediência, fausto, insubordinação, orgulho, riqueza e soberba

Definição de Humildade[editar | editar código-fonte]
Classe gramatical: substantivo feminino Separação das sílabas: hu-mil-da-de Plural: humildades.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Humildade


Caridade

Trabalho de caridade de artista venezuelano Arturo Michelena


Caridade é um sentimento ou uma ação altruísta de ajuda a alguém sem busca de qualquer recompensa. 

A prática da caridade é notável indicador de elevação moral e uma das práticas que mais caracterizam a essência boa do ser humano, sendo, em alguns casos, chamada de ajuda humanitária. 

Termos afins: amor ao próximo; bondade; benevolência; indulgência; perdão; compaixão.

Segundo o catolicismo

A doutrina católica classifica a caridade como uma das virtudes teologais e uma das sete virtudes. Tem o mesmo significado que o Ágape. É um sentimento que pode ter dois sentidos, o sentimento para si mesmo, e ao próximo.

O cristianismo afirma que a caridade é o "amar ao próximo como a si mesmo". E afirma que se uma pessoa não se amar adulterando e mentindo a si mesma sobre as coisas que a rodeia, defendendo somente o seu ponto de vista sem pensar no ponto de vista divino, pode estar "amando" o seu próximo, mas da sua maneira, pois quanto mais buscar o esclarecimento divino sobre como amar a si mesma, maior poderá ser o amor desta pessoa pelo seu próximo.

E afirma que nos dias atuais muitos estão buscando a Cristo, mas da sua "maneira", não procurando arrepender de suas acções, pois em si mesmos não acham culpa alguma, pois defendem os seus próprios pontos de vista. Esquecem-se que o salário de pecado é a morte, e quem não se ama (caridade) peca, pois quem exerce a caridade, não peca, pois acaba amando à Deus mais do que a si mesma, ouvindo assim a sua voz e colocando em prática a Verdade que recebe. Dizendo, que quem ama a Cristo, confirma também o Senhorio de Cristo sobre a si mesma, abandonando tudo por Ele, pois um Servo abandona tudo pelo seu Senhor, vivendo somente para ele.

Aliás, Jesus Cristo ordenou: "Amar a Deus sobre todas as coisas", isto para os cristãos constitui a parte fundamental da caridade.

Quem tem o amor, prova, não somente com palavras mas sim com ações. Abrindo mão dos costumes dos gentios por amar a Deus sobre todas as coisas, seguindo a sua voz e os seus mandamentos.

Resumindo e usando as palavras do Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, "a caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos por amor de Deus. Jesus faz dela o mandamento novo, a plenitude da lei. 

A caridade é «o vínculo da perfeição e o fundamento das outras virtudes, que ela anima, inspira e ordena: sem ela «não sou nada» e «nada me aproveita


São Paulo disse que, de todas as virtudes, "o maior destas é o amor" (ou caridade).

O Amor é também visto como uma "dádiva de si mesmo" e "o oposto de usar


Segundo o Espiritismo

A Doutrina Espírita entende a caridade como um dever moral de todo homem e que não se resume apenas ao auxílio material. No Livro dos Espíritos, item 886, Allan Kardec pergunta aos espíritos superiores:

"886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?
Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros, perdão das ofensas." 4
A caridade, portanto, reflete o princípio cristão fundamental de amor mútuo entre todos, independentemente da situação em que se encontrem, tendo aplicação no âmbito moral e material.

No livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, que faz um estudo dos ensinos de Jesus, a comunicação do espírito identificado como Paulo, o apóstolo, dá um bom panorama de como a caridade deve ser encarada:

"Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque à sombra desse estandarte eles viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças diante do Senhor. 

Essa divisa é o facho celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o para a Terra da Promissão. Ela brilha no céu, como auréola santa, na fronte dos eleitos, e, na Terra, se acha gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: Passai à direita, benditos de meu Pai. Reconhecê-los-eis pelo perfume de caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatidão o pensamento de Jesus, nada resume tão bem os deveres do homem, como essa máxima de ordem divina. Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo. Levando-a por guia, nunca o homem se transviará. 

Dedicai-vos, assim, meus amigos, a perscrutar-lhe o sentido profundo e as conseqüências, a descobrir-lhe, por vós mesmos, todas as aplicações. Submetei todas as vossas ações ao governo da caridade e a consciência vos responderá. Não só ela evitará que pratiqueis o mal, como também fará que pratiqueis o bem, porquanto uma virtude negativa não basta: é necessária uma virtude ativa. Para fazer-se o bem, mister sempre se torna a ação da vontade; para se não praticar o mal, basta as mais das vezes a inércia e a despreocupação.


Meus amigos, agradecei a Deus o haver permitido que pudésseis gozar a luz do Espiritismo. Não é que somente os que a possuem hajam de ser salvos; é que, ajudando-vos a compreender os ensinos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos. Esforçai-vos, pois, para que os vossos irmãos, observando-vos, sejam induzidos a reconhecer que verdadeiro espírita e verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa, dado que todos quantos praticam a caridade são discípulos de Jesus, sem embargo da seita a que pertençam. – Paulo, o apóstolo. (Paris, 1860.)"


O Espiritismo tenta, pela demonstração ao homem de sua condição de espírito imortal, impulsioná-lo à doação de si próprio ao bem daqueles que dele podem obter auxílio. Quando o homem enxerga a vida como algo que se definha, efêmera, ao passar do tempo, o seu instinto natural de conservação lhe impulsiona ao egoísmo. De modo contrário, para o que vislumbra a imortalidade, o tempo deixa de ser algo a temer e o foco da vida passa a ser o presente. A caridade, neste caso, é como um mero trabalho que um trabalhador executa, sabendo que é necessário ao fim pretendido pelo seu senhor, que lhe dará o seu salário. Para este, considera Allan Kardec:

"A importância da vida presente, tão triste, tão curta, tão efêmera, se apaga, para ele, ante o esplendor do futuro infinito que se lhe desdobra às vistas. A conseqüência natural e lógica dessa certeza é sacrificar o homem um presente fugidio a um porvir duradouro, ao passo que antes ele tudo sacrificava ao presente."6
O diferencial proposto pelo Espiritismo é conceber a caridade como um dever natural decorrente da própria natureza e da ordem das coisas ao invés de mais um ensino moral. Entendendo o espírito que já passou e passará pelas mais diversas situações em diferentes encarnações no caminho da evolução, qualquer prejuízo que gere a outrem será um prejuízo causado contra si; de forma contrária, qualquer auxílio prestado a outrem será também um auxílio prestado a si. Todos estes exemplos mostram que a caridade forma um ciclo virtuoso de progresso geral e traz para o campo científico-filosófico o que era apenas matéria religiosa.

Segundo o Protestantismo

A caridade, também traduzida corretamente como amor, tem sua origem na palavra grega "agapé". Em nosso idioma a palavra amor assume diversas interpretações possíveis como amor sensual. No original grego, assume um significado especifico, que tem mais sentido como um comportamento uma escolha do que propriamente com sentimentos, tendo como possíveis significados: afeição ou benevolência, amor caridoso e querido. Aparece em inúmeros textos bíblicos e assume alguns significados de acordo com o contexto, podendo significar:

o amor de Deus ou de Cristo como em Rm 5:5; Ef 2:4;
amor fraterno como em 1Co 4:21;
metaforicamente, o efeito ou a prova do amor, benevolência, benefício concedido.

Quanto a visão cristã da caridade percebe-se que esta relaciona-se com a doutrina da salvação, porém não como meio para salvação, mas como consequência natural desta.

"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela graça, pela redenção que já em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; para demonstração de sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde está, logo, a jactância? É excluida. Por qual lei? Das obras? Não! Mas pela lei da fé. Concluímos, pois que o homem é justificado pela fé, sem as obras da lei".9

Em relação a isso a crença no perdão dos pecados e na salvação pela boas obras se mostram alternativas contrárias e não complementares, pois se Deus perdoa os pecados não há necessidade de se pagar a dívida, e igualmente se pagamos uma dívida pelos pecados, não há de se falar em perdão do que foi pago. A compreensão de que estas idéias são excludentes fundamenta a crença na salvação pela graça/fé através do sacrifício de Jesus Cristo na cruz.

Essa ideia também pode ser demonstrada através de um argumento lógico:

1. Ou a salvação é pelas boas obras ou pela graça (perdão).

2. Se a salvação é pelas boas obras não existe perdão.

3. Existe perdão.

4. Logo, a salvação não é pelas boas obras.

5. Logo, a salvação é pela graça (perdão).


Apesar da caridade não ser considerada o cerne da salvação (mas sim o sacrifício de Jesus Cristo), esta é colocada como uma resposta natural e esperada como demonstração da gratidão e experiência do cristão com Deus.


fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Caridade


Trabalho de caridade de artista venezuelano Arturo Michelena

Paciência

Representação artística de paciência.


Paciência é uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. 

Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados. 

É a capacidade de suportar incômodos e dificuldades de toda ordem, de qualquer hora ou em qualquer lugar. 

É a capacidade de persistir em uma atividade difícil, tendo ação tranqüila e acreditando que irá conseguir o que quer, de ser perseverante, de esperar o momento certo para certas atitudes, de aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha obtido, capacidade de ouvir alguém, com calma, com atenção, sem ter pressa, capacidade de se libertar da ansiedade. 

A tolerância e a paciência são fontes de apoio seguro nos quais podemos confiar. 

Ser paciente é ser educado, ser humanizado e saber agir com calma e com tolerância. 

A paciência também é uma caridade quando praticada nos relacionamentos interpessoais.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Paci%C3%AAncia

Representação artística de paciência.

Diligência (virtude)



Diligência, em ética, é a virtude humana de seguir um objetivo de vida, conquista ou qualquer tipo de princípio por meios convencionais até chegar ao fim do objetivo. 

É também uma das sete virtudes do cristianismo.

A palavra diligência vem do verbo latino diligere, que significa amar; diligens (diligente) significa aquele que ama. 

Remédio para a preguiça, a virtude da diligência consiste no carinho, alegria e prontidão (diferente de pressa) com que pensamos no bem e nos dispomos a realizá-lo da melhor forma possível.

Diligência é uma habilidade adquirida que combina persistência criativa, esforço inteligente, planejado e executado de forma honesta e sem atrasos, com competência e eficácia, de modo a alcançar um resultado puro e dentro do mais alto nível de excelência. [Provérbios 22:29]

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilig%C3%AAncia_(virtude)