CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

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sexta-feira, 4 de março de 2011

O lado Profano da festa de Yemanjá





Com a movimentação já intensa no Largo do Rio Vermelho, começam a se organizar os blocos que comandarão a parte profana da festa de Iemanjá.

Um mais esperados é o “Me beija, que eu sou cineasta”, comandado pelo cantor pernambucano Otto.



O grupo, que entoa marchinhas de carnaval com uma formação de fanfarra, sairá do restaurante Casa da Mãe às 11h.

Como a festa não é uma oferenda ao povo baiano, nem muito menos à orixá homenageada na data, a camisa custa R$ 50. Inclui um feijoada, duas cervejas em lata e picolé Capelinha de sobremesa.

A atriz Tânia Toco, Neuzão do” Ó pai, Ó”, está no Rio Vermelho este ano justamente para participar do bloco.

Ele diz que não vem sempre e não depositou sua oferenda. “Não costumo fazer (a oferenda) nem no dia 2, nem no Rio Vermelho.

Aqui é negócio muito coletivo, a festa é mais profana que o normal”, justifica.






(James Martins/ Rafael Rodrigues )

Profano




Profano


Profano, do latim Profanus: Pro - diante de, fora. Fanum - templo, igreja, lugar sagrado.




Arte profana, manifestações artísticas não vinculadas a valores religiosos;


Profano (Maçonaria), para a Maçonaria, pessoa não iniciada numa loja simbólica;


Pastoril profano, manifestação folclórica do nordeste do Brasil;


Música profana, a música não-sacra, vinculada a tradições não religiosas;


Profanação, acto de retirar a algo o seu carácter sagrado;


Profanidade ou sacrilégio, uso profano de pessoa, lugar ou objecto sagrado