CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Polêmica. Filha ou Filho de Santo?


Ariadna

Ariadna, integrante do BBB 11 e a primeira a ser eliminada, foi umbandista e agora é candomblecista, diz site Ego da Globo O culto de Orixá não proíbe a participação de nenhum ser humano, pois defende o pressuposto de que todo ORI – (cabeça) é uma parte do homem que emana diretamente do Criador – Olodunmàre, portanto é sagrado: TODA A CABEÇA É UMA PARTE DE DEUS E SENDO ASSIM É SAGRADA.




Ariadna, usando a tradicional ‘ roupa de crioulas’, um traje exclusivo para mulheres.


Também, o candomblé não tem doutrina que visa reformar os adeptos.


Acredita-se que esta particularidade atrai todos os indivíduos que são rejeitados por outros cultos que manipulam o comportamento humano.


No caso específico da transsexualidade, nasce uma polêmica.


Homens que se submeteram as cirurgias e tornam-se mulheres, pelo menos pelo ponto de vista anatômico, são ou não entendidos como mulheres pelo ponto de vista espiritual?


Ariadna é o exemplo que veio à mídia participando do reality show BBB 11.


Transformada em mulher, pois se submeteu a cirurgias transformadoras, é iniciada e freqüenta o culto de Orixá, num Terreiro no subúrbio do Rio de Janeiro.


Participa das cerimônias religiosas com sua identidade social feminina, Ariadna, usando a tradicional ‘ roupa de crioulas’, um traje exclusivo para mulheres.


Para algumas lideranças religiosas esta participação é um interdito (ewó), pois geneticamente Ariadna é homem e possui o cromossoma ‘y’.


Para outras esta participação é permitida, pois Orixá não discrimina e nem gera preconceito.


Não se pode desconsiderar o preconceito que existe dentro das Comunidades Tradicionais de Terreiros. Uns dizem que Ariadna é bem aceita, mas como citado em blogs: "só podia ser coisa desse povo de candombré! (sic) Ô povinho!!!!!”, fica a duvida se há ou não discriminação.


Surge a polêmica. Ótimo tema para ser discutido e direcionado pelos “Mais Velhos”, pelas lideranças religiosas, mas com a intensa participação de Ifá