CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

segunda-feira, 3 de junho de 2013

ODU - Caminho - Carma - Destino do homem, Author: AUTOR: EBOMI, at : 03:11, Category : ODU




Odus são presságios, destinos, predestinação. 

Os odus são inteligências siderais que participaram da criação do universo; cada pessoa traz um odu de origem e cada orixá é governado por um ou mais odus. 

Cada odu possui um nome e características próprias e divide-se em "caminhos" denominados "ese" onde está atado a um sem-número de mitos conhecidos como Itàn Ifá. 

Os odus são os principais responsáveis pelos destinos dos homens e do mundo que os cerca. 

Os Orixás não mudam o destino da vida e sim executam suas funções dentro da natureza liberando energia para que todos possam dela se alimentar, o odu é o caminho, a existência do destino o qual o Orixá e todos os seres estão inseridos.

Cada pessoa pode ir de encontro ou seguir um caminho alheio ao destino estabelecido, isso nós dizemos que a mesma está com o odu negativo, ou seja: seu destino sua conduta foge as regras siderais (seguiu um caminho negativo dentro do estabelecido). Nós quando nascemos, somos regidos por um odu de ori (cabeça), que representa nosso "eu" assim como odu de destino, etc.


O destino das pessoas e tudo o que existe podem ser desvendados por meio da consulta a Ifá, o oráculo, que se manifesta pelo jogo. Ifá tem seu culto específico e o mais alto cargo do culto de Ifá é o de Oluwô, título concebido a alguns Babalaôs. Ifá é o Orixá da adivinhação e para tudo e deve ser consultado. 

Existem alguns tipos de jogo: o de Opelé Ifá, o rosário de Ifá, o jogo de búzios, etc. No jogo de búzios (Erindilogun) quem fala é Exu. São dezesseis búzios que podem ser jogados também pelos Babalorixás e Ialorixás.

A consulta a Ifá é uma atividade exclusivamente masculina, mas as mulheres passaram a poder pegar nos búzios porque oxum fez um trato com exu, conseguindo dele permissão para jogar. 

O jogo de Opelé Ifá baseia-se num sistema matemático, em que se estabelece 256 combinações resultantes dos 16 odus usados no jogo de búzios multiplicado por 16. Nada se faz sem que antes se consulte o oráculo, quanto mais séria a questão a ser resolvida, maior a responsabilidade da pessoa que faz o jogo.

NOTA: no Batuque é comum utilizar o jogo de búzios pelo método de consulta a orixá, utilizando-se um rosário onde se consultam os orixás conforme as caídas dos búzios. Costuma-se jogar com 8 ou 16 búzios para se fazer à leitura. Nada impedindo aos mesmos que utilizem também o jogo pelo método de Ifá, desde que os zeladores conheçam profundamente as caídas de odus, os egbós, fundamentos e segredos referentes a cada odu.

Calcula-se o seu Odu de placenta somando todos os números da data de nascimento. O resultado desta soma tem a vibração de elementos e orixás determinados, com lendas e arquétipos.

1. Òkánràn

2. Éjìòkò

3. Étàògúndá

4. Iròsùn

5. Òsé

6. Òbàrà

7. Òdí

8. Ejìoníle

9. Òsá

10. Òfún

11. Òwónrín

12. Ejílàsegbora

13. Ejíologbón

14. Iká

15. Ogbèògùndá

16. Aláfia


Òsóòsì Odé mata – A medicina do espírito do perseguidor.



Òsóòsì

Foi Òsóòsì (Espírito do Caçador) quem explorou ìgbó (floresta) por um caminho autorizado por Ògún (Espírito do Ferro).

Òsóòsì é conhecido entre os orìsà como o maior dos Odé (caçador), porque se tornou um ìgbó negro (feiticeiro da floresta).

Òsóòsì foi quem forneceu comida para sua família.

Òsóòsì foi quem forneceu comida para sua família estendida em sentido nato. Òsóòsì foi quem forneceu comida para sua aldeia.

O Áwo de Òsóòsì foi quem ensinou (O mistério do cenário) a ele, cujo destino era caçar na trilha da floresta.

Ensinou o àse (poder espiritual/força vital) para fazer um caçador ter dinheiro.

Òsóòsì foi salvo por seu Odideré (papagaio).

O pássaro foi chamado:

Ló kó’gbó odideré ogu.

Que significa:

“O papagaio traz o medicamento usado para caçar.”

Antes de deixar o cenário, Òsóòsì sempre falava ao seu animal de estimação:

“Papagaio, guie-me além do medo”.

Òsóòsì era sempre o primeiro a ser alimentado, ao retornar da caça.

No dia em que os animais da floresta desapareceram, Òsóòsì deixou seu odideré aos cuidados de sua Iyáàgbà (avó).

Nada no mundo era mais amado por Òsóòsì que o seu odideré e sua Iyáàgbà sabia disso, com ela o pássaro estaria a salvo enquanto ele estivesse desaparecido.

Dirigindo-se ao ìgbó (floresta), Òsóòsì começou a procurar pela floresta. No primeiro dia não encontrou nada. No segundo dia, não encontrou nada. Uma semana se passou sem resultados. Um mês se passou sem qualquer sorte. Eventualmente, ele perdeu a noção do tempo.

Antes de voltar para casa de mãos vazias, Òsóòsì continuou a viajar mais e mais pelo ìgbó (floresta).

Toda a sua atenção estava concentrada na procura de uma trilha, procurando a caça e a comida para alimentar sua família e sua aldeia.

Um dia ele avistou um ekútè (rato arbustos) colocou óògún odideré na ponta (medicina feita com papagaio) de sua flecha.

Quando óògún odideré mata, estava no seu devido lugar, ele usou ofò àse (o poder de invocação) para solicitar que seu objetivo fosse preciso.

Òsóòsì matou o ekútè (o rato do arbusto) com um único tiro.

Levando o animal pela cauda, correu para casa para alimentar aqueles que estavam aguardando o seu retorno.

Quando chegou a casa foi direto oferecer um pouco da comida para o seu animal de estimação, odideré. Odideré não estava em seu aposento.

Tudo o que restava de seu animal de estimação foram algumas penas espalhadas.

Com dor e angústia Òsóòsì correu para fora gritando por vingança. Ele colocou óògún odideré mata (medicina do papagaio) na ponta de sua flecha.

Quando o medicamento ficou pronto, usou ofó àse (o poder de invocação) para solicitar que sua flecha fosse atingir a pessoa que tinha comido odideré.

Òsóòsì puxou a corda do seu arco e atirou a seta no topo do céu.

Òsóòsì foi dentro de casa e descobriu que sua flecha tinha perfurado o coração de sua Iyáàgbà (avó).

A partir desse dia os que adoram Òsóòsì o elogiam, dizendo:

Íbà’sè Ode mata.

Que significa:

Louvo o caçador que nunca erra o alvo.

Comentário:

Não importa onde você está indo, a estrada também não importa.

Neste provérbio Ifá diz:

Isto se refere a todos aqueles que se recusam a levar a sério a questão de encontrar o seu destino pessoal.

Òsóòsì no contexto do ritual de Ifá / òrìsà é quem nos leva pelo caminho mais curto e nos coloca em perfeito alinhamento com o nosso destino.

Este conto sugere que aqueles que encontram o seu caminho podem ter o alvo maior sabotado por aqueles que estão mais próximos.

Na história sagrada de Òsóòsì, a avó come o pássaro por causa de sua necessidade pessoal de alimentos.

Ela ignora completamente a importância da relação entre Òsóòsì e seu pássaro.

Em Ifá é por vezes um papagaio treinado que diz determinadas palavras-chave que são essenciais para o ofó àse do áwo (mistério da arte da invocação).

Usando um animal como um instrumento de invocação, há o risco de que a intenção por trás das palavras ditas seja obstruída por pensamentos impróprios.

Nesta história, o papagaio é a fonte do àse (poder espiritual) de Òsóòsì, sugerindo que Òsóòsì usou odideré para preparar o medicamento colocado na sua flecha. Sua avó comeu o pássaro por causa de suas necessidades imediatas e este ato tem um efeito negativo sobre a capacidade de Òsóòsì em preparar sua medicina (magia) no futuro.

A raiva sobre esta indiscrição fez de Òsóòsì um míope que faz uso de seu poder contra a fonte desconhecida de sua raiva.

Quando você diz a oração, você se sente justificado em sua ação.

Quando você descobrir quem foi o responsável pela morte do papagaio estará passando por uma tristeza profunda.

Isto sugere que o desejo de justiça nem sempre traz o resultado desejado.

Como Òsóòsì é o fator chave na colocação das pessoas em seu caminho rumo ao seu destino, ele tem um papel central na aplicação da lei contra essas forças que bloqueiam o processo de transformação espiritual.

É Òsóòsì que traz a verdade sobre quem está a apoiar o nosso crescimento e é quem impede nosso crescimento.

Òsóòsì traz essa verdade não importa o quão doloroso possa ser.

Como caçador habilidoso o papel da Òsóòsì é conhecer, compreender e invocar os espíritos da floresta como um fator preliminar no processo de viver em harmonia com o mundo.

Quando os òrìsà foram trazidos da África para o hemisfério ocidental, os devotos invocaram Òsóòsì, o que permitiu ao òrìsà iniciar o processo de alinhamento espiritual com as forças que estavam presentes neste novo ambiente.

Isto incluiu o respeito aos antepassados que originalmente viviam no país.

Por esta razão Òsóòsì tornou-se associado com os espíritos nativos do ocidente servindo como guardião.

Àse.

Por Fatunmbi.



CALENDÁRIO DAS FESTIVIDADES



20/01 Oxóssi – Orixá da caça, da busca e do conhecimento que habita nas matas. Elemento vegetal, ponto de força nas Matas. Dia de São Sebastião

23/04 Ogum – Orixá guerreiro, aquele que “quebra” demandas e abre caminhos com sua ordenação militar. Elemento Ar, ponto de força nos caminhos. Dia de São Jorge

24/05 Sta. Sara Kalí – Padroeira dos Ciganos - pode sincretizar com Egunitá

30/05 Obá – Orixá feminino de força e concentração, ajuda a dar determinação e conhecimento. Guerreira que também tem sua ligação com as matas e o elemento terra, ponto de força em contato com a terra próximo as matas. Dia de Joana DÁrc

24/06 Xangô – Orixá da Justiça dos raios e equilíbrio. Rege o elemento fogo, ponto de força pedreiras e montanhas. Dia de São João

26/07 Nanã Buroquê – Orixá da sabedoria da calma e evolução, é considerada a mais velha como uma avó. Elemento água e terra, ponto de força nos lagos. Dia de Santa Ana

16/08 Obaluayê – Orixá ancião da cura, sabedoria e evolução, senhor das passagens. Elemento terra e água, ponto de força no cemitério e no mar. Dia de São Roque

24/08 Oxumaré – Orixá do arco íris, amor e renovação, simbolizado por uma serpente. Elemento cristalino e mineral, ponto de força nas cachoeiras. Dia de São Brtolomeu

27/09 Cosme e Damião – Dia em que se comemora a presença das crianças na Umbanda. Elemento todos.

12/10 Oxum – Orixá do amor, do ouro e da prosperidade. Elemento mineral e aquático, ponto de força nas cachoeiras. Dia de Nossa Senhora Aparecida

02/11 Omulú – Orixá ancião da terra, dos términos e da morte, também trás aspectos de cura como o “fim” da doença, ponto de força no cemitério e no mar. Dia de Finados

15/11 Dia da Umbanda .

(15/11/1908 Zélio Fernandino de Moraes incorpora pela primeira vez o caboclo das sete encruzilhadas o que é considerado primeira manifestação pura de Umbanda)

04/12 Iansã – Orixá guerreira e da justiça, portadora de espada e direcionadora das situações. Elemento ar, ponto de força nas pedreiras. Dia de Santa Bárbara

08/12 Yemanjá – Orixá Mãe de todos, aspectos maternais, geradores e criativos. Elemento água, ponto de força no mar. Dia de Nossa Senhora da Conceição

25/12 Oxalá – É o Obatalá (Orixá que se veste de branco), o Orixalá (o maior dos Orixás). Orixá da fé, da paz e da pureza (alvura). Aparece sempre acima dos outros Orixás, no topo do altar, o que é facilmente.


Baobá

Baobá


                                                                         Baobá



Classificação científica

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Malvales

Família: Malvaceae

Género: Adansonia

Espécies

Adansonia digitata

Adansonia grandidieri

Adansonia gregorii

Adansonia madagascariensis

Adansonia perrieri

Adansonia rubrostipa

Adansonia suarezensis

Adansonia za

Os baobás, embondeiros, imbondeiros ou calabaceiras (Adansonia) são um gênero de árvore com oito espécies, nativas da ilha de Madagascar (o maior centro de diversidade, com seis espécies), do continente africano e da Austrália (com uma espécie em cada).

O baobá é a árvore nacional de Madagascar e o emblema nacional do Senegal.



Índice



Baobá da Praça da República, Recife, Brasil.


Possível fonte de inspiração para Saint Exupéry


4.2 Rio Grande do Norte
Baobá no Engenho Poço Comprido, Vicência, Brasil.


Um dos vários espécimes existentes em Pernambuco.
 
 
 
Baobá em Nísia Floresta, Rio Grande do Norte, Brasil.


4.3 Rio de Janeiro

Baobá no Passeio Público, Rio de Janeiro, Brasil

4.4 Alagoas

Baobá em Maceió

4.5 Ceará

Baobá no Passeio Público, em Fortaleza.


Avenida dos Baobás, em Madagascar

Descrição

É uma árvore que chega a alcançar alturas de 5 a 25m (excepcionalmente 30m), e até 7m de diâmetro do tronco (excepcionalmente 11m). Destaca-se pela capacidade de armazenamento de água dentro do tronco, que pode alcançar até 120.000 litros.

Os baobás desenvolvem-se em zonas sazonalmente áridas, e são árvores de folha caduca, caindo suas folhas durante a estação seca. Alguns têm a fama de terem vários milhares de anos, mas como a sua madeira não produz anéis de crescimento, isso é impossível de ser verificado: poucos botânicos dão crédito a essas reivindicações de idade extrema.

O nome Adansonia foi dado por Bernard de Jussieu em homenagem a Michel Adanson (1727-1806), botânico e explorador francês, quem primeiro descreveu o baobá no Senegal.


Espécies

Adansonia digitata - Baobá Africano (África Central e Austral);

Adansonia grandidieri - Baobá de Grandidier (Madagascar);

Adansonia gregorii (syn. A. gibbosa) - Boab ou Baobá Australiano (Noroeste da Austrália);

Adansonia madagascariensis - Baobá de Madagascar (Madagascar);

Adansonia perrieri - Baobá de Perrier (Madagascar);

Adansonia rubrostipa (syn. A. fony) - Fony Baobab (Madagascar);

Adansonia suarezensis - Baobá Suarez (Madagascar);

Adansonia za - Za Baobab (Madagascar).

                                                                              Fruto

Fruto

Fruto



Múcuas na árvore.

A Mukua ou fruto do baobá, tem no seu interior um miolo seco comestível (não tem sumo), desfaz-se facilmente na boca e o seu sabor é agridoce (adocicado com uma ligeira acidez). Este fruto é rico em vitaminas e minerais.

Ao dissolver-se a mukua em água a ferver obtém-se o sumo de mukua que, depois de arrefecido, é tomado como uma bebida fresca com um sabor muito apreciado em determinados países.

Múcua de Benguela.

Em Moçambique, o fruto, tem o nome de malambe na língua xi-nyungwe da província de Tete, tem uma polpa branca que seca no próprio fruto e que é utilizada para a alimentação, em tempos de escassez de comida; também é referida como cura para a malária

 História

Em 1445, navegantes portugueses conduzidos por Gomes Pires chegaram à ilha de Gorée, no Senegal; eles descobriram o brasão do Infante D. Henrique gravado em árvores. O cronista Gomes Eanes de Zurara assim descreveu a árvore: Árvores muito grandes e de aparência estranha; entre elas, algumas tinham desenvolvido um cinturão de 108 palmos a seu pé (ao redor 25 metros). O tronco de um baobá não mais alto do que o tronco de uma árvore de noz; rende uma fibra forte usada para cordas e pano; queima da mesma maneira como linho. Tem um grande fruta lenhosa como abóbora cujas sementes são do tamanho de avelãs; pessoas locais comem a fruta quando verde, secam as sementes e armazenam uma grande quantidade delas.

Baobá em Nísia Floresta, Rio Grande do Norte, Brasil.

Baobá da Praça da República, Recife, Brasil.

Possível fonte de inspiração para Saint Exupéry.

Baobá no Passeio Público, Rio de Janeiro, Brasil.Em Angola e Moçambique, esta árvore é conhecida por embondeiro, ou imbondeiro. Em certas regiões de Moçambique, o tronco desta árvore é escavado por carpinteiros especializados para servir como cisterna comunitária

Baobá no Engenho Poço Comprido, Vicência, Brasil.

Um dos vários espécimes existentes em Pernambuco. Brasil

No Brasil existem poucas árvores de Baobá, que foram trazidas pelos sacerdotes africanos e foram plantadas em locais específicos para o culto das religiões africanas.

Pernambuco

Essas árvores concentram-se principalmente no estado de Pernambuco (onde há 16 catalogados) e, nesse estado, na sua capital, Recife.

 Recife No Recife, o baobá da Praça da República é a possível fonte de inspiração de Saint Exupéry, quando por ali passou, ao escrever O pequeno príncipe.

Há um na Faculdade de Direito do Recife e outro na Cidade Universitária. Existem outros espalhados pela cidade, como em Ponte d'Uchoa e Poço da Panela. Existem três plantadas na Estância Rica Flora, em Aldeia, Camaragibe. No Sitio de Pai Adão existe um Baobá com mais de cem anos com um tronco de mais de 10 metros de circunferência.


Na vila de Nossa Senhora do Ó, Ipojuca, há um Baobá com mais de 350 anos e 15 metros de circunferência. No Engenho Poço Comprido (Vicência) há dois espécimes.

Em Araripina existe um exemplar com aproximadamente 30 anos de idade.

 Rio Grande do Norte

Outro estado com grande quantidade de baobás é o Rio Grande do Norte. Há exemplares em Natal , Nísia Floresta e nas ruinas de Pedro Velho no estado do Rio Grande do Norte.

Em Assú no Rio Grande do Norte existem 11 baobás de aproximadamente quatrocentos anos e atualmente estão em processo de tombamento histórico.

Rio de Janeiro

No estado do Rio de Janeiro existem cinco exempares de baobá: um no Passeio Público, um no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas (altura da Av. Borges de Medeiros 3000), pátio do Museu Histório de Quissamã, na antiga Fazenda Quissamã e o ultimo na Ilha de Paquetá.

Baobá em Maceió.
 Alagoas

Em Alagoas existe um exemplar na Praça do Skate, em Maceió.

Baobá no Passeio Público, em Fortaleza. Ceará

No Ceará, existe um exemplar na praça do Passeio Público, na cidade de Fortaleza, onde foram fuzilados alguns revolucionários da Confederação do Equador.

 Usos e folclore

Avenida dos Baobás, em Madagascar.Em Kimberleys, na Austrália ocidental, prisioneiros foram confinados dentro de seu tronco oco. Os aborígenes comem a sua fruta e usam as folhas como planta medicinal.

Na história O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry, o menino narra que o solo de seu pequeno asteróide era infestado de sementes de baobá. Preocupado com os possíveis danos que estas plantas pudessem causar quando adultas, após completar a sua toilete matinal, dedicava-se à toilete do asteróide, arrancando regularmente os seus pequenos brotos.


* Festa de quartinhas de Oxoce


Trata-se de uma cerimonia destinada à Iya Apaoka ou Ìyá Nbanba (vide mensagem postada em 10/08/2007) no ciclo das festa à Osoosi...


Esta festa a princípo era de exclusividade do Terreiro do Gantois, festejada no mês de Junho "Corpus Christi, da qual foi introduzida na época de Tia Pulcheria da qual era iniciada e consagrada à Ode Ajaiyn Pako...


Em tempos atuais vemos esta festa tanto em São Paulo, assim como no Rio de Janeiro, mas na Bahia somente o Gantois à realiza...


São inúmeras quartinhas e vasos das mais váriadas formas, com arranjos de flores, mas apenas dentro de uma das quartinhas esta o maior segredo de Iya Apaoka e Ajaiyn Pako e somente um membro do Terreiro devidamente preparado poderá carregá-la...


Este é um dos maiores segredos ainda de posse do Terreiro do Gantois...


Para que seja realizada esta cerimônia, deverá o Terreiro ter o Igbo Ode ou melhor "o pomar de Osoosi" onde estão "acomodadas" várias Divindades, Entidades e Deidades...


Uma festa sagrada que naquela época salvou as pessoas desta comunidade da "Clava da Morte". 

Isto é mais profundo e não me foi permitido avançar alem do aqui explicado...


Qualidade de Orixás. Escrito por Ifatola.




Sobre as Qualidades de Orixas"

Existe sem duvida no Brasil uma questão muito polêmica sobre as multiplicidades dos orisas chamada por todos de qualidade de orisa

Para melhor entendimento é que na África não há qualidade de orisa; ou seja, em cada região cultua-se um determinado orisa que é considerado ancestral dessa região e, alguns orisas por sua importância acaba sendo conhecido em vários lugares como é o caso de Sàngó, Orumila, etc.

É de se saber que Esu é cultuado em todo território africano, da forma que Osun da cidade de Osogbo é Osun Osogbo, da região de Iponda é a Osun de Iponda, Ogún da região de Ire é Ogún de Ire (Onire: chefe de ire), do estado de Ondo é Ogún de Ondo,etc. Na época do tráfico de escravos veio para o Brasil diversas etnias

Ijesas, Oyos, Ibos, Ketus,etc e cada qual trouxe seus costumes juntos com seus orisas digamos particulares, e após a mistura dessas tribos e troca de

informações entre eles cada sacerdote ou quem entendia de um determinado orisa trocaram fundamentos e a partir daí surgem todos esses aspectos, e essa quantidade de orisa presente aqui no Brasil, sendo que o orisa é o mesmo com origens diferenciadas.

É claro que por ter origens diferenciadas seus cultos possuem particularidades religiosas e até mesmo culturais por exemplo Oyá Petu tem seus fundamentos assim como Oyá Tope terá o seu, isso nada mais é, que uma passagem do mesmo orisa por diversos lugares e cada povo passou a cultuá-lo de acordo com seus próprios costumes. Um exemplo mais nítido é que aqui fazemos muitos pratos para Osun com feijão fradinho, entretanto num determinado país nãohá esse feijão portanto foi substituído por um grão semelhante e assim puderam continuar com o culto a Osun sem a preocupação de importar o feijão fradinho.

Outro exemplo de orisa transformado em qualidade no Brasil é Osun kare, Kare é uma louvação à Osun quando se diz: Kare o Osun! A palavra kare também é uma espécie de bairro na África, logo Osun cultuada em kare é Osun kare, e por vai surgindo desordenadamente essa quantidade de orisa aqui no Brasil. Imagine um rio que atravessa todo território Nigeriano e, em suas margens diversas etnias que num determinado local algumas pessoas diria que ali é a morada de Osun Ijimu (cidade de Ijumu na região dos Ijesa), mais para frente em Iponda diria aqui é a morada de Osun Iponda, mais para frente, em Ede esse rio terá o culto de Ologun Ede, o chefe de guerra de Ede segundo sua mitologia, e serão diversos orisas cultuados num mesmo rio por diversas etnias com pequenas particularidades. Isso acontece com todos orisas e suas mitologias fazem alusão a essas passagens e constantes peregrinação de seus sacerdotes quer por viajens comercias ou por guerras intertribais sempre espalharam seus orisas em outras regiões.

Outro fato interessante é títulos que algumas divindades possuem e foram transformadas em qualidades, por exemplo Ossosi akeran, akeran é um titulo de um determinado caçador (ancestral) com isso vamos na próxima edição analisar esses fatos e informar todas qualidades de orisa da nação keto que o sacerdote pode ou não mexer de acordo com o conhecimento de cada um, pois o nosso dever é informar sem a pretensão de nunca ser o dono da verdade Na próxima edição vamos diferenciar, títulos de nomes de cidades, nomes tirados de cânticos que as pessoas insistem em dizer que é qualidade de orisa.

Sobre a multiplicidade dos orisa.

Vamos separar a qualidade como é chamada no Brasil (em Cuba chama-se caminhos), dos títulos e de nomes tirados de cantigas como insistem pseudo sacerdotes. Já sabemos que os orisa são venerados com outros nomes em regiões diferentes como: Iroko (Yoruba), Loko (Gege), Sango (Oyo), Oranfe (Ife), isso torna o culto diferente. Temos também o segundo nome designando seu lugar de origem como Ogun Onire (Ire), Osun Kare (Kare),etc, também temos os orisa com outros nomes referentes as suas realizações como Ogun Mejeje refere-se as lutas contra as 7 cidades antes dele invadir Ire, Iya Ori a versão de Iyemanja como dona das cabeças, etc. Há portanto uma caracterização variada das principais divindades, ou seja, uma mesma divindade com vários nomes e, é isso que multiplica os orisas aqui no Brasil.

Vamos começar com Esu o primogênito orisa criado por Olorun de matéria do planeta segundo sua mitologia, ele possui a função de executor, observador, mensageiro, líder, etc.

 Alem dos nomes citados aqui que são epítetos e nomes de cidades onde há seu culto, ele será batizado com outros nomes no momento de seu assentamento, ritual especifico e odu do dia. 



Não será escrito na grafia Yoruba para melhor entendimento do leitor.

Oba Iangui : o primeiro, foi dividido em varias partes segundo seus mito.

Agba: o ancestral, epíteto referente a sua antiguidade.

Alaketu: cultuado na cidade de ketu onde foi o primeiro senhor de ketu.

Ikoto: faz referencia ao elemento ikoto que é usado nos assentos esse objeto lembra o movimento que esu faz quando se move do jeito de um furacão.

Odara: fase benéfica quando ele não está transitando caoticamente.

Oduso: quando faz a função de guardião do jogo de búzios.

Igbaketa: o terceiro elemento, faz alusão ao domínios do orita e ao sistema divinatório.

Akesan: quando exerce domínios sobre os comércios.

Jelu: nessa fase ele regula o crescimento dos seres diferenciados. Culto em Ijelu.

Ina: quando e invocado na cerimônia do ipade regulamentando o ritual.

Ona: referencia aos bons caminhos, a maioria dos terreiros o tem, seu fundamento reza que não pode ser comprado nem ganhado e sim achado por acaso.

Ojise: com essa invocação ele fará sua função de mensageiro.

Eleru: transportador dos carregos rituais onde possui total domínio.

Elegbo: possui as mesmas atribuições com caracterizações diferentes.

Ajonan: tinha seu culto forte na antiga região Ijesa.

Maleke: o mesmo citado acima.

Lodo: senhor dos rios, função delicada dado a conflitos de elementos

Loko: como ele é assexuado nessa fase tende ao masculino simbolizando virilidade e procriação.

Ogiri Oko: ligado aos caçadores e ao culto de Orumila-Ifa.

Enugbarijo: nessa forma esu passa a falar em nome de todos os orisas.

Agbo: o guardião do sistema divinatório de Orumila.

Eledu: estabelece seu poder sobre as cinzas, carvão e tudo que foi petrificado.

Olobe: domina a faca e objetos de corte é comum assenta-lo para pessoas que possuem posto de Asogun.

Woro: vem da cidade do mesmo nome.

Marabo: aspecto de esu onde cumpre o papel de protetor Ma=verdadeiramente, Ra=envolver, bo=guardião. Também chamado de Barabo= esu da proteção, não confundi-lo com seu marabo da religião Umbandista.

Soroke: apenas um apelido, pois a palavra significa em português aquele que fala mais alto, portanto qualquer orisa pode ser soroke.

Ogún, Òsòósí e Ode lembrando que nem todos caçadores tomaram o titulo de Òsòósí e, na África, Òsòósí em certas regiões é feminino tomando o aspecto masculino no antigo reino de Ketu. Ode que dizer caçador, porém, nem todos Ode's são Òsòósí; Ijibu Ode, Ikija, Agbeokuta, são alguns lugares onde houve seu culto, pois seu culto, expandiu-se mesmo aqui no Brasil onde ele é lembrado como rei de Ketu, Ogún em outro aspecto foi chefe dos caçadores (Olode) entregando essa função mais tarde para seu irmão caçula Òsòósí para partir em buscas de suas inúmeras batalhas.

Já em certas mitologias o caçador passa a ser sua esposa Òsòósí L`Obirin Ogun, ou seja, Òsòósí é a esposa de Ogún, segundo o verso desse mito.

Isso afirma o chamado enredo de santo aqui no Brasil quando se diz que para assentar Òsòósí temos que assentar Ogún e vice versa. Era costume africano quando os caçadores tinham que partir em busca de suas presas, louvarem Ogún para que tudo desse certo, de òrìsà secundário na África Òsòósí, passou a uma condição importantíssima no Brasil sendo òrìsà patrono da nação Keto, senhor absoluto da cerimônia fúnebre do asesé, alguns cânticos fazem alusão a essa condição: Ode lo bi wa, ou seja, o caçador nos trouxe ao mundo. Eis alguns nomes de Ogún/Òsòósí/Ode conhecidos, sobretudo no Brasil e seus aspectos, características, origem e particularidades:

Ogún Olode: epíteto do òrìsà destacando sua condição de chefe dos caçadores.

Ogún Je Ajá ou Ogúnjá como ficou conhecido: um de seus nomes em razão de sua preferência em receber cães como oferendas, um de seus mitos o liga a Osagìyán e Ìyémojá quanto a sua origem e como ele ajudou Osalá em seu reino fazendo ambos um trato.

Ogún Meje: aspecto do òrìsà lembrando sua realização em conquistar a sétima aldeia que se chamava Ire (Meje Ire) deixando em seu lugar seu filho Adahunsi.

Ogun Waris: nessa condição o òrìsà se apresenta muitas vezes com forças destrutivas e violentas. Segundo os antigos a louvação patakori não lhe cabe, ao invés de agradá-lo ele se aborrece. Um de seus mitos narram que ele ficou momentaneamente cego.

Ogún Onire: Quando passou a reinar em Ire, Oni = senhor, Ire = aldeia.

Ogún Masa: Um dos nomes bastante comum do òrìsà, segundo os antigos é um aspecto benéfico do òrìsà quando assim ele se apresenta.

Ogun Soroke: apenas um apelido que Ogún ganhou devido a sua condição extrovertida, soro = falar, ke= mais alto. Nossa historia registra o porque o

chamam assim.

Ogún Alagbede: nesse aspecto o òrìsà assume o papel de pai do caçador e esposo de Ìyémojá Ogunte (uma outra versão de Ìyémojá) segundo um de seus inúmeros mitos.

Há vários nomes de Ogún fazendo alusão a cidade onde houve seu culto como Ogún Ondo da cidade de Ondo, Ekiti onde também há seu culto, etc. O òrìsà possui vários nomes na África como no Brasil e com isso ganha suas particularidades e costumes.

Ode/Ososi.

Há uma síntese sobre esse orisa na edição anterior, eis então suas várias formas de se apresentar:

Ososi akeran = um titulo do orisa;

Ososi Nikati = um de seus nomes;

Ososi Golomi = um de seus nomes;

Ososi Fomi = um de seus nomes;

Ososi Ibo = um de seus mitos o liga a Ossaniyn;

Ososi Onipapo = um dos antigos, tem culto a mais de um século no país;

Ososi Orisambo = possui seu assentamento diferente dos demais;

Ososi Esewi/Esewe = seu mito o liga a Ossaniyn e as vezes a Osala segundo os "antigos";

Osossi Arole = uns de seus epítetos;

Ososi Obaunlu = segundo registro há um assentamento deste orisa aqui no Brasil desde 1616 no ase de D.

Olga de alaketu, é considerado o patrono de ketu;

Ososi Beno = um dos mais antigos, detalhe tem assento aqui em São Paulo, cidade considerada emergente para tradições do candomblé Keto, com poucas casas antigas.

Ososi DanaDana = aquele que ateou fogo ou roubou, um epíteto dos mais perigosos dado ao caçador.

Ode Wawa = epíteto do caçador;não se tem notícia do seu culto no Brasil;

Ode Wale = epíteto do caçador, não se tem notícia de seu culto no Brasil;

Ode Oregbeule = é um Irunmale, portanto acima do orisa foi um dos companheiros de Odudua em sua chegada na terra segundo sua mitologia;

Ode Otin = outro caçador confundido com Ossosi, sua lenda o identifica ora como uma caçadora ora como um caçador, contudo sua ligação com Ossosi é fato, Otin se apresenta sempre junto com ele a ponto de confundi-los;

Ode Karo = um do caçadores que também mora as margens de um rio é irmão de Igidinile.

Ode Ologunede = o chefe de guerra de Ede, titulo ganhado quando seu pai o entregou aos cuidados de Ogún;

Olo = senhor, gun = guerra, Ede = um lugar na áfrica.É filho de um outro caçador chamado Erinle tendo como mãe Osún Iponda. O posto de asogun, a priori, surge desse mito que o liga a Ogún companheiro de seu pai.

Possui outros nomes como Omo Alade, ou seja, o príncipe coroado. Não há qualidades de Logun como acreditam alguns tais como locibain, aro aro, etc., são apenas nomes tirados de cânticos, aliás aro quer dizer tanta coisa menos nome de orisa. O nome Ibain é de um outro caçador homenageado nos cânticos de Ologun, esse caçador inclusive é o verdadeiro proprietário dos chifres tão importantes no culto. Oba L`Oge é um outro nome para esse orisa. É da região de Ijesa;

Ode Erinle = outro caçador confundido com Osossi no Brasil. Seu assento é completamente diferente dos demais, pois Erinle ou Inle é um orisa do rio do mesmo nome, o rio Erinle que corta a região de Ilobu na Nigéria. Encontra-se seus mitos no odu Okaran-Ogbe e Odi-Obara. Sua esposa é Abatan pois é considerado médico e ela enfermeira, seu culto antecede o de Ossayn, o pássaro os representam. Ibojuto é a sua própria reencarnação representado pelo bastão que vai em seu assentamento e tem a mesma importância do Ofa de Ossosi.Tem uma filha chamada Aguta que às vezes se apresenta como irmã ou como filha sendo sua mãe Ainan. Ode Otin se apresenta como sua filha, às vezes e ai é representado por uma enguia. Ainda temos Boiko como seu guardião, Asão seu amigo e Jobis seu ajudante. No Brasil o ligam a Osún e a Iyemanja pois segundo sua lenda é pela boca dela que ele fala, Erinle é um orisa andrógino e considerado o mais belo dos caçadores;

Ode Ibualama = uma outra versão para Erinle quando ele se apresenta mais ao fundo do rio, há um templo com esse nome na África fazendo alusão ao seu fundador. Aliás há vários templos mas todos são de um orisa só: Erinle nessa situação o caçador traça um outro caminho e pactua seus mitos com Omolu, Osumare, Nana,etc. A montagem de seu Igba (cuia) também difere de um simples alguidar com um ofa para cima como é comum as pessoas não esclarecidas assim fazer.

Ossaniyn, Omolu, Oluaye, Osumare, Nanan e Iroko.

Ossaniyn = Também chamado Baba Ewe, Asiba, que são epítetos do orisa. Possui seu próprio sistema divinatório; o orisa exerce suas funções interligadas a Esu composto ao mesmo tempo em que ele. Kosi ewe, kosi orisa: Sem folhas, sem orisa.

Osumare = Chamado Araka seu epíteto. É o orisa do arco-íris e da transformação, não deve ser confundido com o vodun Becem que se apresenta como Dangbe, Bafun, Danwedo todos da família Danbira e cultuados em outra nação.

Omolu / Obaluaye = É como se apresenta o orisa sapata transmutando-se para formas conhecidas tais como: Agoro, Telu, Azaoni, Jagun, Possun, Arawe, Ajunsun, Afoman, etc, cada qual com suas particularidades.

Nanan = apresenta-se nas formas conhecidas como: Iyabahin, Salare, Buruku, Asainan, sem culto no Brasil. É sempre bom lembrar que muitos nomes são de lugares onde se cultua o orisa. Por exemplo: Ajunsun é o Rei de Savalu, assim como Dangbe é o Rei do Gege, portanto são nomes que dão origem as suas formas. :

Iroko = orisa da gameleira (no Brasil), controla a hemorragia humana.


Iyabas são os orisá feminino.

Oba = orisa guerreira é única em seu aspecto.

Iyewá = orisa guerreira única em seu aspecto.


Osún Opara = a orisa se apresenta jovem e guerreira.

Osún Iponda = jovem e guerreira, da cidade de Iponda.

Osún Ajagura = jovem e guerreira, nação nagô - Oyo, Pernambuco.

Osún Aboto = aspecto maduro da orisa.

Osún Ijimun = aspecto idosa e dada as feitiçarias, ligação com Iami Eleye.

Osún Iberin = aspecto maduro da orisa, nessa forma não desce nas cabeças.

Osún Ipetu = aspecto maduro da orisa.

Osún Ikole = seu mito a liga a Iemanjá e Ode Erinle, transformou-se numa ave.

Osún Popolokun = Conta os antigos que não vem mais, será?.

Osún Osogbo = ela deu oringem ao nome da cidade de Osogbo.

Osún Ioke = Se apresenta como caçadora.

Osún Kare = Um de seus títulos, Kare tem seu próprio nome que poucos conhecem.

Iyeyeo Ominibu = epíteto da Osún.

Iyemoja Ogunte = orisa se apresenta jovem e guerreira.

Iyemoja Iyasesu = assume a maternidade de Sàngó é ranzinza e respeitável.

Iyemoja Saba = uma das formas da mãe.

Iyemoja Maleleo = não se obteve noticias desse aspecto no Brasil.

Iyemoja konla = seu mito conta que ela afoga os pescadores.

Iyemoja Ataramaba = Nessa forma ela está no colo de sua mãe olokun.

Iyemoja Ogunde = aspecto da orisa cultuado no Nagô em Pernambuco.

Iyemoja Iyá Ori = nessa forma ela assume todas as cabeças mortais.

Iyamase = forma de quando ela é definitivamente mãe de Sàngó.

Iyemoja Araseyn = fuxico com Ossayn.


Oyá Leseyen = uma das Igbales que mora no próprio Lesseyen.

Oyá Egunita = orisa Igbale.

Oyá Foman = orisa Igbale.

Oyá Ate Oju = orisa Igbale aspecto dificil de Oyá quando caminha com Nana.

Oyá Tope = uma de suas formas.

Oyá Mesan = um de seus epítetos.

Oyá Onira = rainha da cidade de Ira.

Oyá Logunere = uma de suas formas.

Oyá Agangbele = esse caminho mostra a dificuldade quando a geração de filhos.

Oyá petu = nesse aspecto ela convive com Sàngó.

Oyá Arira = uma de suas formas.

Oyá Ogaraju = uma das mais antigas no Brasil.

Oyá Doluo = eró ossayn; culto Nagô.

Oyá Kodun = eró com Osaguian.

Oyá Bamila = eró Olufon.

Oyá Kedimolu = eró Osumare = Omolu.


Adúrá Awon Òrìsà - Yemonja


ÀDÚRÀ TI YEMONJA

Yemonja gbé rere ku e sìngbà
Yemonja, traz boa sorte repentinamente retribuindo


Gbà ní a gbè wí
Receba-nos e proteja-nos em vosso rio


To bo sínú odò yin
Cultuamos-vos sufientimente em vosso rio


Òrìsà ògìnyón gbà ní odò yin.
Orixá comedor de inhames novos, receba-nos em vosso rio.