CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Debate Crimes de Racismo ou Injúria, 2º Debate dia 31 de agosto às 17 hs em SP

XIII Caminhada Azoany, Dias 11, 16 e 27 de agosto em Salvador (BA)

Águas de São Paulo comemora cinco anos em 2011

Evento tem novo site e promove maior interatividade com a comunidade

15.08.11

O evento As Águas de São Paulo, idealizado pela Iyálorisà Edelzuita ty Osogiyan do Gantóis para expandir a importância do “Dia Nacional de Tradições de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé, Umbanda e seus Segmentos” (30/9) através da Lei Municipal n° 14.342/07 - iniciativa do Vereador Wadih Mutran (PP), teve sua primeira edição em 2007 e já entrou para o calendário oficial da capital paulista (ao lado, imagem do evento em 2009).

Neste ano, o evento comemora sua 5ª edição com um novo site (www.aguasdesaopaulo.com.br) e maior interatividade por meio de redes sociais.


“A edição de 2011 está sendo preparada por uma diretoria remodelada, com conceitos mais modernos, mas sempre íntegra e com os valores exigidos pela nossa Iyá Edelzuita”, conta o Babalorisá Beto de Logun, presidente d’As Águas de São Paulo.

O objetivo do evento é disseminar as tradições africanas em São Paulo por meio de um cortejo religioso comemorativo, que reúne todos os anos mais de mil pessoas no Vale do Anhangabaú, região central da capital paulista.

Também é realizada a lavagem da estátua da Mãe Preta, construída no Largo do Paissandu, a fim de representar a luta contra a intolerância religiosa sofrida pelos praticantes e adeptos dos cultos afros.


“As Águas de São Paulo, além de ser uma forma de disseminar as tradições africanas, é uma manifestação cultural de valor incontestável. Neste ano, o evento ganha ainda mais importância por ser o Ano Internacional dos Afrodescendentes, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU)”, explica o Baba Beto de Logun.

Neste ano, a festa também aposta na maior interatividade com as pessoas a partir da criação de um perfil nas redes sociais Facebook (www.facebook.com/aguasdesp), Orkut e Twitter (@aguasdesp).

“Convidamos a todos, mesmo os que moram em outras cidades, a se unirem conosco nesse objetivo, que é difundir a rica cultura trazida pelos africanos ao nosso País”, declara o Babalorisá.


O ato público de 2011 está marcado para o dia 25 de setembro e a programação será anunciada em breve.

No dia 14 de setembro, a Câmara Municipal de São Paulo promoverá um ato solene com a diretoria d’As Águas de São Paulo, com homenagens e coquetel comemorativo.


Fonte: Imprensa – As Águas de São Paulo / Tathiane Cavalcante



MINI-SERIE MÃE DE SANTO



Mãe de Santo (minissérie)





Mãe de Santo


Informação geral


Formato Minissérie


Criador Paulo César Coutinho


País de origem Brasil


Idioma original Português


Produção


Elenco Zezé Motta


Exibição


Emissora de


televisão original Rede Manchete


Transmissão original 9 de outubro - 2 de novembro de 1990


№ de episódios 16 episódios

Mãe de Santo foi uma minissérie brasileira produzida e exibida pela Rede Manchete em 1990.

Dirigida por Henrique Martins e escrita por Paulo César Coutinho, a minissérie foi exibida de 9 de outubro a 2 de novembro de 1990 às 22:30 horas.



 Sinopse
A minissérie, que durou pouco menos de um mês, não possuía uma trama central. Uma mãe-de-santo do candomblé, vivida por Zezé Motta, narrava, em seu terreiro, várias histórias ocorridas na Bahia. Uma história diferente era narrada a cada episódio.


Foram produzidos ao total 16 episódios. A minissérie, apesar de não ter sido bem aceita pelo público e pela crítica, que a considerou muito confusa, apresentava uma boa pesquisa sobre os rituais tradicionais do candomblé, que foram mostrados de forma singular.


RepercussãoApesar de ter sido exibida após Pantanal, um dos maiores sucessos da história da Manchete, e de seu elenco formado por grandes nomes da televisão brasileira, a minissérie não obteve uma boa repercussão. A Manchete reprisou a minissérie de 18 de maio a 9 de junho de 1992, de segunda a sexta-feira às 19:30 horas.


LegadoEm seu décimo primeiro episódio, a minissérie narrou a história de Lúcio e Rafael, um casal homossexual interpretado pelos atores Raí Alves e Daniel Barcellos, respectivamente. Durante este episódio, a Manchete veiculou o primeiro beijo entre homens da história da televisão aberta brasileira.[1] É interessante notar que também se trata de um beijo interracial. Em 25 de abril de 2008, a cena foi colocada no site de compartilhamento de vídeos YouTube, sendo vista mais de 40 mil vezes desde então.

Devido à baixa repercussão da minissérie, o fato passou despercebido e quinze anos depois, durante a discussão sobre se a Rede Globo iria ou não veicular o beijo gay gravado para o último capítulo da telenovela América, muitos afirmavam erroneamente que, se exibido, aquele seria o primeiro beijo gay da televisão aberta brasileira.
Da mesma maneira, também foi afirmado que o beijo gay da minissérie Queridos Amigos, exibida pela Globo no início de 2008, foi o primeiro.


ElencoPor ordem alfabética


Ângela Correa como Iemanjá


Aracy Cardoso


Cláudia Magno


Daniel Barcellos como Rafael


Ester Góes


Giuseppe Oristânio


Iléa Ferraz


Ítala Nandi


Jairo Lourenço como Luiz Antônio


Júlia Lemmertz


Luísa Thiré


Maria Ceiça


Raí Alves como Lúcio


Thiago Justino


Zezé Motta como Iyalorixá
 

sábado, 20 de agosto de 2011

FILME DANÇA DAS CABAÇAS-EXU NO BRASIL




DANÇA DAS CABAÇAS.

EXU NO BRASIL.




PESQUISA POETICA SOBRE A DIVINDADE AFRICANA EXU,NO IMAGINARIO BRASILEIRO.

TRAZIDO PELOS ESCRAVOS COM OUTROS DEUSES DO PANTEÃO,YORUBA,EXU FOI COLOCADO,A MARGEM E PASSOU POR UM PROCESSO DE DEMONIZAÇÃO QUE SE INICIA NA MISSÃO CATÓLICA NA AFRICA E SE ESTENDEU NO PERIODO COLONIAL BRASILEIRO.

ONDE SEUS ATRIBUTOS ORIGINAIS FORAM OCULTADOS.

EXU QUE NA AFRICA FOI CARACTERIZADO PRINCIPIO DA VIDA,A FORÇA QUE MOVE OS CORPOS,A DINAMICA,O SENHOR DOS CAMINHOS E DAS ENCRUZILHADAS,A PRINCIPAL PONTE ENTRE OS MORTAIS E AS DIVINDADES QUE HABITAM O LAEM,PASSA A SER VISTO,COMO A PERSONIFICAÇÃO DO MAL PERANTE AO MODELO CRISTÃO,DEVIDO A SEU SIMBOLO FALICO E SEU COMPORTAMENTO ASTUCIOSO.


OTIMO PARA QUEM CONHECE POUCO OU NADA,DOS NOSSOS ADORADOS EXUS.


APROVEITEM!!!


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

DOCUMENTÁRIO: ATLÂNTICO NEGRO NA ROTA DOS ORIXÁS



O documentario faz uma viagem no espaço e no tempo.

Em busca de origens afriacanas da cultura brasileira.

Historiadores,antropologos e sacredotes africanos relatam fatos historicos e dados surpreenden sobre as inumeras afinidades culturais que unem os dois lados do atlantico.

Filmado no Benim,no Maranhão e na Bahia.


muito interessante!!!!







sexta-feira, 12 de agosto de 2011

ESPECIAL DE AGOSTO: Jagum o guerreiro Branco


Histórico .

Ajagun

O Nascimento dos 3 Guerreiros Brancos Contam os itans (lendas), que os 3 Guerreiros Brancos, Já, Jagun e Ajagunan, foram gerados do sêmem de Oxalufã dentro do casco do Igbin (caramujo), considerados portanto filhos de Oxalufã.

Portanto a Ligação dos 3 irmãos é muito grande nos enredos de santo.

Todas as pessoas que são iniciadas para esses Orixás, tem que saber o quanto é importante arrumar todo o seu complexo de Orixás Funfun (Brancos) (pois estes Orisás, não existem sem um conjunto), são ligados entre si, á Yemanjá e principalmente a Oxalufã e Ayrá, pois em uma determinada época os 3 irmãos Guerreiros: Já, Jagun e Ajagunan entram novamente no casco do Igbin (deixando a vida de seus filhos parada, estagnada por um periodo) e só quem reaquece a vida da pessoa tirando-a da estagnação é Ayrá.

E os filhos destes Orisás podem sempre que puderem estar arriando uma comida a Ayrá para que ele mantenha sua vida sempre próspera e fluindo.

Jagun teve ligaçao com as terras de Mahí sim ele foi para terras de Sapatá,Bessen e Nanã,pois conta se um itan que Jagun, Já e Ajagunan eram grande guerreiros e nao perdia uma batalha,um belo dia eles foram guerria contra umas das cidades de Osun (Osogbo)Osun detentora dos poderes de Íyá Mí,ela foi avisada pelas Agés que os 3 guerreorrao iriam invadir suas terras,Osun muito esperta foi até Ifá,ele mandou ela fazer uma oferenda a Osalá com 8 igbís e o casco dos igbís ela fizece um pó(Atin)e soprace nas entradas da cidade.

Assim ela fez,logo + tarde os tres guerreiros chegarao quando se deparou com as entradas das cidades ele ficarao cegos e tontos por horas..Nisso eles se perderao um do outro ai que aconteceu de Jagun chegar as terras de Sapatá(Obaluaye)..

Jagun la encontrou Ossayn,que lhe fez varias infusoes de folhas para curar Jagun da ceguerira e do mal estar...

Com issu Jagun passou a ter grande ligaçao com Ossayn a ponto de Ossayn da lhe o segredo da cura pelas ervas..

La tambem Jagun conheceu Yewá que foi a mulher que ele se apaixonou e ainda teve um filho..

Então Jagun por anos e anos viveu em na terras dos Vodus,junto com a familia unjí..

Com issu ele adquiriu muitos abitos iguais e passou a comer certas comidas que eles comiao.

Mas memsmo assim Jagun sempre se vestiu de branco e nunca tampou seu rosto de palha como Obalwayê..(conta tambem um itan)Que depois de anos,la na cidade de Ekití Olooke o grande senhor da montanha e rei de Ektií e pai de Osun,sentia falta de sua filha na cidade onde ela nasceu..

Osun,estava na cidade de Osogbo,então Olooke por ser muito amigo inseparavel de Obatalá,pediu a ele que enviace seu filho Osagyan para buscar Osun..Assim fez Osagyan foi buscar Osun a força,Osun nao queria vir e ele nao consiguiu traze-la de volta,pois Osun amava a cidade de Osogbo onde ela comandava sózinha tudo aquilo..

Voltou Osagyan para Obatalá sem Osun..

Osagyan com medo da reaçao de Olooke pediu a Obatala que nao deixace ele fazer nada contra ele.Olooke entaou lembrou do outro guerreiro de Osalá que se chamava Jagun e que ele muito confiava.

Olooke ao saber que Jagun tinha sofrido um golpe por feitiço de Osun,ele imediatamente mandou chamar Jagun..

Jagun entao voltou a terra de Ekití onde ele nasceu,foi perante a Oké e lhe pediu prdão por anos sumido de suas terras Olooke pediu que ele fosse buscar Osun,Jagun retrucou dizendo que ela tinha o poder das Íyas e que ele nao consiguiria,Olooke como ele que tinha outorgado a Iyas seus poderes de Agé,falou Ómo Jagun vá que nada te acontecera..

Assim fez Jagun foi chegou e trouxe Osun..

Olooke por estar tão feliz em ver sua filha de volta deu o titulo a Jagun de Jagun-Efan,que seria guerreiro de Osun ..

Ele muito grato a Jagun deu lhe o privilegio de ser uns principes de Efan e dividir o reinado do Ekiti com Osun,para que Osun sempre lembra-se dele...

Bom com issu Jagun volto a terra de Efan,mas Jagun nao esquecera as terras do Dgege onde tinha filho,mulher e amigos..

Ai demostra o prq o Efan acabou tendo ligaçao com as terras dos vodus e prq hj em dia e no antigo terreiro do Oloroke cultuava Iroko,Omolu,Bessen,nana e outros vodus..

Aqui nesses Itan explica o porque Jagun foi visto como um Vodu e como um caminho de Oluaye..

Sendo que Jagun tem seu culto nos Iorubas nas terras de Ekiti e na africa ainda tem sua cidade chamada Jagun,só procura no mapa da africa..

Entao para deixar claro Jagun ou Ajagun é um Orisá e nao um vodu,ele tem seu culto em Ektití onde nasceu,mais tambem nas terras de Mehí,Savalu,Ifé,Save e Elegibo..

Jagun foi um Orisá que muito andou recebeu muitos titulos e em cada cidade foi visto como um tal Orisá..

lembrando que a palavra Jagun pode se referi a Ogun,Obalwaye e outro guerreiros  porém Jagun Funfun só existe um..

Que é Baba Ajagun nosso grande pai e rei irmãos de Já e Ajagunan...

Jagun é um Orisá de Efan que teve ligaçao com as terras do Mahí,mas ele é um Orisá funfun e não é um vodu.Por muito tempo o culto a Jagun foi assimilado ao Omolu,sendo que no Asé Efón esta se resgatando seu culto,com cantigas,rezas própias e preceitos altamente diferente de Omolu..



terça-feira, 9 de agosto de 2011

ESPECIAL DE AGOSTO: Arquétipo dos filhos de Xapanã !


Pierre Verger no livro "Orixás, Editora Corrupio dá o seguinte arquétipo de Obaluaiyê: é das pessoas com tendências masoquistas, que gostam de exibir seus sofrimentos e as tristezas das quais tiram uma satisfação íntima.

Pessoas que são incapazes de se sentirem satisfeitas quando a vida lhes corre tranquila.

Podem atingir situações materiais invejáveis e rejeitar, um belo dia, todas essas vantagens por causa de certos escrúpulos imaginários.

Pessoas que em certos casos sentem-se capazes de se consagrar ao bem-estar dos outros, fazendo completa abstração de seus próprios interesses e necessidades vitais".


sábado, 6 de agosto de 2011

ESPECIAL DE AGOSTO: Um Itan de Xapanã



Assim, chegou Xapanã em território Mahi, no Daomé. A terra dos Mahis abrangia as cidades de Savalu e Dassa Zumê no Benim.

Quando souberam da chegada iminente de Xapanã, os habitantes desta região, apavorados, consultaram um adivinho.

E assim ele falou:- "Ah! O Grande Guerreiro chegou de Empê! Aquele que se tornará o senhor do país! Aquele que tornará esta terra rica e próspera, chegou! Se o povo não o aceitar, ele o destruirá!



É necessário que supliquem a Xapanã que os poupe. Façam-lhe muitas oferendas; todas as que ele goste: inhame pilado, feijão, farinha de milho, azeite de dendê, picadinho de carne de bode e muita, muita pipoca!


Será necessário também que todos se prosternem diante dele, que o respeitem e o sirvam.

Logo que o povo o reconheça como pai, Xapanã não o combaterá, mas protegerá a todos!"




Quando Xapanã chegou, conduziu seus ferozes guerreiros, os habitantes de Savalu e Dassa Zumê no Benim reverenciaram-no, encostando suas testas no chão, e saudaram-no:




"Totô hum! Totô hum! Atotô! Atotô!"


Respeito e Submissão!
Xapanã aceitou os presentes e as homenagens, dizendo: "Está bem! Eu os pouparei! Durante minhas viagens, desde Empê, minha terra natal, sempre encontrei desconfiança e hostilidade.

Construam para mim um palácio.

É aqui que viverei a partir de agora!"







Xapanã instalou-se assim entre os Mahis.

O país prosperou e enriqueceu e o Grande Guerreiro não voltou mais a Empê, no território Tapá, também chamado Nupê.




Xapanã é considerado o deus da varíola e das doenças contagiosas.

Ele tem também o poder de curar.

As doenças contagiosas são, na realidade, punições aplicadas àqueles que o ofenderam ou conduziram-se mal.

Seu verdadeiro nome é perigoso demais pronunciar.

Por prudência, é preferível chamá-lo Obaluaiyê, o "Rei, Senhor da Terra" ou Omolu, o "Filho do Senhor".




Quando Xapanã instalou-se entre os Mahis recebeu, em uma nova terra, o nome de Sakpatá.

Aí, também, era preferível chamá-lo Ainon, o "Senhor da Terra", ou, então, Jeholú, o "Senhor das pérolas".




O fato de ser chamado Jeholú e Ainon causou mal-entendidos entre Sakpatá e os reis do Daomé, pois eles também usavam estes títulos.




Enciumados, os Jeholú de Abomey expulsaram, várias vezes, Jeholú Ainon do Daomé e obrigaram-no a voltar momentaneamente, à terra dos Mahis.



Jeholú Ainon vingou-se: vários reis daomeanos morreram de varíola!

Atotô!

é a sua saudação.



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ESPECIAL DE AGOSTO: XAPANÃ


A definição de Xapanã é dada por Pierre Verger no livro Orixás da Editora Corrupio: Xapanã nasceu em Empe, no território Tapa, também chamado, Nupe. Era um guerreiro terrível que, seguido de suas tropas, percorria o céu e os quatro cantos do mundo.

Ele massacrava sem piedade aqueles que se opunham à sua passagem.

Seus inimigos saíam dos combates mutilados ou morriam de peste."






Xapanã - É segundo alguns pesquisadores semelhante ou igual a Obaluaiyê ou Sakpatá; é o Orixá da varíola, e de todas as doenças de pele, tanto pode provocá-las quanto curar as enfermidades, é cultuado na maioria dos terreiros do Brasil sendo muito respeitado e temido por todos seguidores das Religiões Afro-brasileiras.





Costuma-se dizer que o nome Xapanã é tabu, preferindo-se referir-se a ele como Obaluaiyê ou Omolu, ainda que no Batuque do Rio Grande do Sul este nome seja pronunciado de maneira genérica.



Na Bahia Xapanã seria simplesmente uma das "qualidades" ou manifestações de Obaluaiyê, estreitamente ligado ao fogo e à sexualidade.