CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

CASA PODEROSA DOS FILHOS DE YEMANJÁ

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Leis Universais



Saiba como movimenta-se as energias universais.

As Leis Universais são os pilares da criação e regulam os movimentos e atividades tanto da vida humana quanto de todo o cosmos. No caso do ser humano, elas indicam o caminho a seguir, visando o seu aperfeiçoamento e evolução. Cumprem esse supremo objetivo, porque nelas está plasmada a vontade do Criador, que estabelece a evolução integral e permanente do homem. Para que este possa alcançar tais objetivos é imprescindível o conhecimento dessas leis, que lhe é concedido através da consciência que o ser humano vai formando com os conhecimentos transcendentes.Toda a criação é governada por leis, e os princípios que operam no mundo físico estudados pela ciência, são as leis naturais. Por outro lado, desde sempre que todas as sabedorias e conhecimentos espirituais, revelaram leis subtis que presidem ao plano espiritual e à dimensão da consciência.De acordo com essa sabedoria, a verdadeira natureza da matéria está contida nestas leis energéticas. O ser humano quando aprende a conhecê-las consegue conquistar a verdadeira liberdade interior. Muitos mestres Zen dizem “Conhece as Leis e sê livre”.

Utilizar as leis de forma consciente é uma experiência maravilhosa e uma grande aventura. Digo muitas vezes que as leis fazem-nos sentir que podemos plantar sementes com as nossas intenções e vê-las  gradualmente a tomar forma. O ser humano caminha num longo processo evolutivo, e todas as nossas escolhas passadas condicionam o nosso presente, pela positiva ou não. A grande maioria dessas escolhas é inconsciente, e estudos atuais confirmam que aproximadamente 90% do que criamos na nossa vida, fazemo-lo de forma inconsciente (os nossos hábitos, automatismos, padrões inconscientes de resposta ao meio). Por isto, atraímos tantas vezes para a nossa vida circunstâncias de que não gostamos. São consideradas a lei da Atração e a Lei da Criação Consciente juntas em ação.

A Lei da Atração
“A nossa vibração energética atrai uma outra vibração energética semelhante.”
De acordo com esta lei Universal da Atração o universo envia para nós, o que nós enviamos para nós próprios. De uma forma simplicista o universo respeita a nossa consciência e o que o seu nível evolutivo atrai. Recebemos o que damos porque damos a nós mesmos. O que fazemos, fazemos a nós próprios e a vida trata-nos como nós nos tratamos a nós mesmos de uma forma consciente e inconscientemente. Logo pensamos e logo agimos, pois o pensamento é uma força criadora, e a nossa mente humana é uma luz da mente infinita de Deus. As reações produzidas pelos exercícios das nossas ações boas ou más tornam-nos recetores daquilo que outrora produzimos consciente ou inconscientemente. Dessa forma; recebemos de volta – muitas vezes multiplicado – aquilo que geramos. Pensamentos negativos atraem pensamentos negativos, como pensamentos positivos atraem pensamentos positivos.

Uma forma de nos alinharmos com a fonte inesgotável universal pode ser através da meditação ou da oração. Concentrar a nossa intenção e mantê-la na mente pode ser uma forma de colocar no plano físico, de acordo com nossa intenção. Paralelamente se desenvolve o desapego pelos resultados, e o processo da criação divina não é para ficar obcecados num só pensamento, mas trabalhar com a intenção de se realizar. A nossa intenção ajuda a construir o nosso caminho da vida, e devemo-nos lembrar que o universo não funciona pela sua competição, mas pela cooperação entre pensamento e ação. Devemos ser criadores, pois a evolução é o impulso silencioso no coração da humanidade.

Quanto mais tempo é um pensamento puro e isento de qualquer outro pensamento, se for mantido na mente, mais poderoso será o resultado. Esta é a iniciação no processo de manifestação das nossas intenções. Onde está a nossa atenção, está o nosso desejo. A intenção transforma a realidade promovendo a manifestação do desejo. Nesta lei a base da manifestação energética consiste em que nada está estático, tudo se move e vibra. Esta é a Lei do progresso, do movimento e da rotação constante. A energia do pensamento vibra em baixas frequências, e o pensamento subtil, é energia vibrando em frequências mais elevadas. Na vida tudo o que existe está em constante vibração e movimento, e nós somos recetores e emissores de vibrações, em relação ao nosso meio ambiente.

Em relação às questões energéticas desta lei, atraímos a nós as pessoas e as circunstancias que estão na mesma onda vibratória, que entram em ressonância com o nível energético em que nós vibramos. As emoções mais densas, como o rancor e a tristeza, correspondem a frequências mais baixas de vibração e atraem, frequências de igual valor, ou seja, as frequências da zanga e frustração. Também não nos devemos esquecer aquilo que emitimos, ser-nos-á, assim devolvido. Quando falamos do destino, é a consequência direta das energias de cada um, e nada acontece por acaso nesta teia energética. A Mente Universal não julga, os pensamentos humanos das quais muitas vezes irrealistas e artificiais.



A lei da criação consciente:
“Criamos a nossa própria realidade (o que está fora é um reflexo do que está dentro). Devemos assumir a nossa responsabilidade pela nossa vida, felicidade, saúde, etc… em vez de responsabilizarmos os outros (os médicos, terapeutas, advogados, pais, governantes) ou o mundo à nossa volta. “


Os pensamentos, imagens, ações, medos que retemos na nossa mente consciente e inconsciente, irão manifestar-se espelhados nas nossas circunstâncias externas. O mundo exterior é um espelho do mundo interior. Quando esta Lei é usada conscientemente, aumentará a claridade e a capacidade da nossa visão e possibilitará à mente penetrar gradualmente nos segredos da vida, iluminando muitos paradoxos e esclarecendo muitas questões internas. Esta analogia ou correspondência, estabelece a interligação entre todas as coisas no universo e mantém a compreensão em todas as coisas em relação entre si. Tudo nesta dimensão é dúbio em relação as nossas questões e em referência ao mundo que vivemos. Tudo tem o seu oposto-complementar, e os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau. Todos os paradoxos são reconciliáveis, pois tudo tem a sua polaridade.

Nesta polaridade energética grande parte das nossas soluções, e dos nossos receios e medos encontram-se encerrados na nossa mente. Uma forma de conseguir ultrapassar as dificuldades da vida, é encontrar o caminho da felicidade, é pensarmos que muitas das situações que passamos na nossa vida, fomos nós conscientemente que as permitimos, muitas vezes por falta de coragem ou medos de enfrentar os outros.Os conceitos Yin e Yang estão presentes na nossa vida, e significam o princípio e as mudanças da Natureza. É o princípio de tudo quanto existe na Criação, e todas as formas de energia possuem estas duas polaridades, opostas e complementares. Uma forma de entender este conceito é quando numa fase da nossa vida, ficamos doentes (esgotamento por exemplo), e essa doença (Yin) deu-nos o tempo necessário para analisar e pensar melhor na nossa vida, e dar mais valor a nossa saúde e estarmos mais perto da nossa família.No conceito energético Yang essa doença serviu para uma melhoria na nossa vida. O ser humano tradicionalmente nos momentos bons pouco ou nada aprende, e nos momentos de dificuldade na vida acaba por lembrar, e aprender sempre mais a dar valor a vida. É esta a sina do ser humano criada por ele próprio, a qual ele pode mudar, se aprender a pensar vai aprender a viver. Se não conseguimos ser mestres do nosso próprio pensamento, então seremos mestres de quê?


A lei da permissão:
“Permitirmo-nos receber aquilo que desejamos – a energia universal é infinita (não tem limites); e o universo é abundância.”

O tempo não existe e esta ideia é uma convenção, um acordo social. Passado e futuro só têm realidade nas nossas construções mentais. Na verdade, só temos o presente – agora. Quando mantemos um remorso ou mágoa na nossa mente por algo ocorrido no passado, mantemos a ocorrência viva através de imagens e sentimentos que evocamos. Quando estamos ansiosos em relação ao futuro, mantemos a ânsia viva através de imagens que visualizamos na mente. Quando praticamos o recordar que o aqui e agora é tudo o que temos, o nosso presente melhora. O único momento que temos nesta vida é o agora, pois é onde criamos. As consequências dos atos passados são geridas pelas leis do karma e do Dharma, que nos indicam o porquê de estarmos recebendo os entraves atuais. O nosso futuro é construído a partir dos pensamentos de hoje, embutidos pela emoção e orientados pela ação. Evoluir espiritualmente significa também aprender a perceber o sentido de ordem das coisas e a perfeição inerentes ao momento presente.

O poder consciente atual é aprender a trazer para agora os nossos sonhos e o nosso coração. É preciso concentrarmo-nos em coisas novas para magnetizar outras coisas novas. O semelhante atrai o semelhante e nós precisamos desidentificarmo-nos com o negativo, com aquilo que nos disseram que nós éramos, com as expectativas dos outros sobre nós e construir saudavelmente a nossa vida de acordo com o nosso merecimento. É preciso libertarmos o passado, isso significa também a criação de uma história “nova”, sabendo que nós temos esse poder maravilhoso de transformação. Lembrem-se, tudo na criação é energia e por isso todos os pensamentos por nós pensados apresentam uma frequência. Cada sílaba, palavra ou forma-pensamento por nós invocada tem seus próprios conjuntos de frequências que ressoam por todo seu universo. Quando nos concentramos no amor, as frequências de alegria, harmonia e paz ressoam no universo. Quando se concentram no medo, frequências de raiva, depressão e caos são as mensagens recebidas pelo universo.

A espiritualidade é acerca de ser, não de ser algo. E o ser, o estar consciente, atento e presente a todo o momento, é a cura para as nossas falhas de pensamentos e temos que aprender a cultivar pensamentos positivos, em todas as circunstâncias da vida. Então se acreditamos que podemos ter algo na nossa vida, vamos receber. Se não acredita ou duvida, então não receberá o que pede ou deseja. Se não tiver esperança, não o estará a permitir. Se tiver expectativas, não estará a permitir. Quanto mais tentar manipular ou controlar, então mais atrapalhará e retardará a manifestação dos seus desejos. A lei da “permissão” significa simplesmente isso: permitir receber algo na vida.

A lei da liberdade de escolha:
“Escolhemos o nosso caminho, ouvimos a nossa voz interior e respeitamos a liberdade de escolha dos outros.”

A lei universal diz que o ser humano é livre de qualquer constrangimento e da qual desfruta de uma liberdade absoluta nas suas escolhas. É pelo pensamento que o homem desfruta de uma liberdade sem limites, porque o pensamento desconhece obstáculos. Há um tempo para tudo na vida, como experimentarmos diversas emoções, diversas versões de nós próprios, diversos papéis, diversas modalidades de viver a vida de acordo com a consciência de cada momento.

Esta lei implica uma aceitação pragmática do momento presente. Aceitamo-nos a nós, aos outros e às circunstâncias tal como se apresentam em vez de lhes manifestarmos uma rígida resistência. Neste estado de consciência, as pedras no caminho transformam-se em degraus e os problemas em oportunidades. Tudo serve o nosso maior bem se fizermos um bom uso de tudo.

A maneira mais rápida de evoluir é dizendo sim à Vida porque estaremos a aplicar a aprendizagem contínua, ou seja deixamo-nos fluir com a vida, não oferecer-lhe resistência produz verdadeira transformação interior que abre as portas às bênçãos. Todos os dias podemos escolher resistir ou aceitar aprender com a Vida.

Liberte-se da dor, do remorso, da amargura e escolha o perdão pois é uma virtude espiritual sagrada.Perdoar não significa, que aceitamos o comportamento agressivo dos outros. Que passemos uma esponja e nos esquecemos automaticamente de tudo, como se apagasse nas células do nosso cérebro aquelas que contém a memória da ocorrência. O que acontece, é que quando me lembro da situação e fiz um trabalho honesto de perdão, a dor sentida antes vai diminuindo cada vez mais até que um dia, recordo-me da situação e já não magoa. Até que me esqueço da própria situação. O perdão transforma-se assim, numa extraordinária conquista do amor. Uma conquista que nos traz gradualmente um crescendo de paz interior que liberta grandes quantidades de energia psíquica/emocional que passamos a ter disponível para fazermos outras coisas na nossa vida.

Quanto à fatalidade na vida terrestre, pode-se dizer que está estreitamente vinculada ao exercício do livre-arbítrio. Temos liberdade para exercer a nossa vontade e efetuar opções, mas a Vida estará realizando, sem cessar, no íntimo da nossa consciência, um levantamento de bens e males cultivados, premiando-nos com a paz ou corrigindo-nos com a dor, a fim de que não nos percamos nem estacionemos nos caminhos da evolução. Liberdade de escolha, liberdade de nos amarmos mais, liberdade da ilusão de que estamos melhor com o ganho secundário da dor e do ressentimento. Liberdade de aceitarmos a Vida na íntegra, aceitar aprender atentamente nesta escola, com as experiências que nos elevam aos cumes da gratidão e com as que nos levam aos abismos da desilusão e do desespero.

Todas estas leis universais são necessárias para alcançarmos toda esta sabedoria divina. É necessária haver a transformação de nós próprios, através do pensamento, da compreensão e da transformação dos padrões de pensamento, anulando pensamentos negativos, chamando-os de volta, cancelando-os e substituindo-os por pensamentos positivos.

Texto retirado do livro “Reiki Essencial o Manual dos Mestres” de Sérgio Silveira e Conceição Pereira, Mestres de Reiki Essencial.



domingo, 27 de maio de 2018

Máxima


Máxima por aí: ``Quem não é visto não é lembrado´´.

Na Casa de Yemanjá de modo algum, uma Mãe jamais esquece de seus filhos por mais ingratos que sejam eles. 

DE MODO ALGUM, PRINCIPALMENTE A SOBERANA DA CASA; ASESSÚ !!!



sexta-feira, 25 de maio de 2018

ORIXÁ, ORISÁ, ORICHA !




ORIXÁ OU ORISÁ !!!!

                                        NÃO ESTÁ PARA PROPOR SOMENTE AS DÁDIVAS E SIM PROPOR UM COMPORTAMENTO HUMANO-DIVINIZADO !!!




quinta-feira, 24 de maio de 2018

O calendário iorubá: Kojoda



O calendário iorubá (Kojoda) inicia o ano de 3 junho a 2 junho do ano seguinte. 

De acordo com este calendário, o ano 2008 d.C. do Gregoriano é o ano e uma era de 10050 aC. da cultura iorubá.


Entretanto, segundo Paula Gomes, Embaixadora Cultural do Alaafin Oyo , tal calendário do ano 10.050 trata-se de especulação diaspórica, pois tal ano é culturalmente desconhecido entre os iorubas, não havendo nenhuma comemoração com base nesta data.


Axa Orixa Alaafin Oyo publicou vídeo no qual Chief Sangodare Ajala, sacerdote de Xangô em Oxobô, esclarece que o ano novo ioruba tem início com a colheita do inhame, e isto varia de um local para outro; também publicou newsletter sobre o tema.


A semana iorubá tradicional tem quatro dias. Os quatro dias que são dedicados aos orixás como segue:

Dia 1 é dedicado a Obatalá (Sopanna, Ìyáàmi, e o Egungun)

Dia 2 é dedicado a Orunmila (Esu e Osun)

Dia 3 é dedicada a Ogum (Òsóòsì)

Dia 4 é dedicado a Sango (Oya) 

Para conciliar com o calendário gregoriano, o povo iorubá também mede o tempo em sete dias por semana e quatro semanas por mês. 

O calendário de quatro dias foi dedicado à Orixás e o calendário sete dias é para fazer negócios

Os sete dias são: Ojo-Aiku (Domingo), Ojo-Aje (Segunda-feira), Ojo-Ishegun (Terça-feira), Ojo-Riru (Quarta-feira), Ojo-Bo/Alamisi (Quinta-feira), Ojo-Eti (Sexta-feira) e Ojo-Abameta (Sábado).

O tempo é medido em isheju (minutos), wakati (horas), ojo (dias), ose (semanas), oshu (meses) e odun (anos). Existem 60 (ogota) isheju em 1 (okan) wakati; 24 (merinlelogun) wakati em 1 ojo; 7 (meje) ojo em 1 ose; 4 (merin) ose em 1 oshu e 52 (ejileladota) ose em 1 {okan) odun. Existem 12 (mejila) oshu em 1 (okan) odun.

“KṒJṒDÁ” - 'Ki ṓjṓ dá: o dia pode ser (claramente previsível), calendário'.

KṒJṒDÁ 10053 / Calendário 2011–2012 

ÒKÙDÚ 10053 / junho 2011

ȮSĖ 91st 1st 2nd 3rd 4th 5th 6th 7th 8th 9th

ṓjṓ-Ṡàngó /Jakuta 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Ṓjṓ-Ȯrùnmílá /Ìfá / Awo 11 12 13 14 15 16 17 18 19

ṓjṓ-Ògún 20 21 22 23 24 25 26 27 28

Ṓjṓ-Ȯbàtálá 1 29 30


O calendário tradicional iorubá (Kojoda) tem uma semana de 4 dias e 91 semanas no ano. 

O ano yoruba vai desde 03 de junho de um ano do calendário gregoriano a 2 de junho do ano seguinte. De acordo com o calendário elaborado pelo pensador, Remi-Niyi Alaran, o ano gregoriano 2011 AD é o ano 10053 dos registros iorubanos de tempo.

 Com as invasões culturais britânica e européia coloniais, veio a necessidade de conciliar com o calendário gregoriano: O povo iorubá também mede o tempo em sete dias por semana e 52 semanas por ano.

KṒJṒDÁ 10053 / Calendário 2011–2012

ÒKÙDÚ 10053 / junho 2011

ȮSĖ semana 22nd 23rd 24th 25th 26th

ṓjṓ-Àíkú Domingo 5 12 19 26

ṓjṓ-Ajé Segunda-feira 6 13 20 27

ṓjṓ-Ìṡḗgun Terça-feira 7 14 21 28

ṓjṓ-RíRú Quarta-feira 1 8 15 22 29

Ṓjṓ-RuBȯ Quinta-feira 2 9 16 23 30

Ṓjṓ-Ėtì Sexta-feira 3 10 17 24

Ṓjṓ-Àbámḗta Sábado 4 11 18 25

Os dias são: Ojo-Orunmila/Ifa, Ojo-Shango/Jakuta, Ojo-Ogun, e Ojo-Obatala. Os meses são: Sere (Janeiro), Erele (Fevereiro), Erena (Março), Igbe (Abril), Ebibi (Maio), Okudu (Junho), Agemo (Julho). Ogun (Agosto), Owere(Owewe) (Setembro), Owara(Owawa) (Outubro), Belu (Novembro), e Ope (Dezembro).

Meses: 

Sere/ Janeiro

Erele / Fevereiro

Olokún = Orixá de Okún, os mares ou oceanos profundos, padroeiro dos marinheiros, e guardião das almas perdidas no mar. Erele/Fev 21-25

Erénà / Março
Ritos anuais de passagem para os homens. Èrèna/Março 12 – 28

Oduduwa (odudu, o pigmento escuro; ni ewa, é a beleza) / Iyaagbe (iyá, mãe; agbe, que recebe) = Orixá da Terra e matriarca do Ayé. Oduduwa dota o pigmento da pele de ébano escuro que concede maiores presentes da espiritualidade, beleza e inteligência ao portador. A essência do amor procriador. Èrèna/Março 15 – 19

Oshosi = Oríṣà (Orixá) da aventura e a caça. Èrèna/Março 21 – 24:

Igbe / Abril
Ogun = Oríṣà do metal e artesanato de guerra e de engenharia. O guardião da verdade e executor da justiça, como tal patrono das profissões jurídicas e de aconselhamento que deve jurar defender a verdade ao morder um pedaço de metal.

Oshun = Oríṣà da Fertilidade e guardiã da essência feminina, que orienta gestações a termo. O Igbe inicia no último sábado de abril, durante 5 dias.

O início da estação chuvosa (primavera)

Èbìbí / Maio
Egungun (Comemoração dos Ancestrais, incluindo fundadores da comunidade e mortos ilustres. O Èbíbí: começa no último sábado de maio, durante 7 dias

Okudu / Junho
Okudu 03:O início do Ano Novo yoruba (2008 é o ano da cultura Yoruba 10050)
Okudu 7 - 8: Shopona (Oríṣà da doença, shopona, varíola é uma doença viral) E Osanyin (Oríṣà da medicina e patrono das profissões de cura: osan, tarde; yin, cura)
Okudu 10 - 23: Rito de passagem anual para as mulheres.
Okudu 18 - 21: Yemoja = matriarca do Òrún-Rere). Oduduwa deu à luz um menino Aganju (Terra) e Yemoja (Água) de casamento com Ọbàtala. Yemoja por sua vez, deu origem a muitos outros Orixás. O antigo reino Ile-Ifé surgiu em seu local de enterro.

Agẹmo / Julho

Ọrúnmilà / Ifá = Oríṣà da Divinação e fundador das ciências Ifá, cuja adivinhação é com 16 sementes de palmeira. Encontro em massa dos yorubas. Agẹmo: primeira e segunda semanas em Julho.
Oko (Agricultura) colheita da nova safra Yam (inhame).

Ẹlégba-Bara (Ẹlégba, aquele que tem o poder de apreender) / Eṣu (shu, para liberar a partir de ejeção; ara o corpo) = Orisa de essência masculina e Poder, que é o grande comunicador e mensageiro da vontade deOlódùmarè. Nenhuma mulher deve Bara (ba ra, esfregar com, ter relações sexuais com) um homem que não fez Ikola, (circuncisão: ike, corte; ola, que salva) em sacrifício a Elegbá. Agemo, segundo fim de semana de julho

Ṣàngo (shan, para atacar:/ Jakuta:ja, lutar; pẹlu okuta, com pedras). O Orisa de Energia - Ara (Trovão) e Manamana, fazer fogo (relâmpago), cuja adivinhação é com 16 búzios e cujo mensageiro e portador de água é Oxumarê (o arco-íris). Agẹmo: terceira semana de julho

Ogun / Agosto

Ọbàtálá = (Obà, possuir; ti ala, de visões ou Oríṣà-nla, o principal Oríṣà). Patriarca de Òrún-Rere, o céu dos espíritos ancestrais preciosos e benéficos. Como Olódùmarè é muito poderoso e ocupado para se preocupar com os assuntos de qualquer ser vivo. Ọbàtálá funciona como o principal emissário de Olódùmarè no Aye, e é o guardião da cultura Yoruba. 

O aso-ala (pano branco) usado por iniciados de Obatalá são para significar a necessidade de ser puro de intenção e ação:A punição recorrente para desajustados sociais era tentar manter pano branco limpo em clima tropical e empoeirado da África. 

A apropriação indevida de conexão aso-ala para Obatalá foi / é uma grande arma contra o Yoruba em sua resistência psicológica de invasão estrangeira, como cristãos e islâmicos convertidos foram/são doutrinados que qualquer coisa considerada "branca" é puro: a noção de que também se tornou um princípio fundamental da supremacia racialista Ogun: última semana de agosto

Òwéré / Setembro
Ọwara / Outubro
Oya (Orísà do (rio Níger odo Oya) cujo mensageiro é Afefe (o Vento), e guardiã da passagem entre o mundo físico (Aye) e o reino espiritual (Òrún). Ọwaro

Osun (Orísà do (rio Osun odo Oṣun) e padroeira do (soberano) da nação Ijebu Ọwaro, terceiro fim de semana de outubro

O início da estação seca (outono)

Shigidi (Orísà de Òrún-Apadi, o reino dos espíritos instáveis e os fantasmas dos mortos que deixaram Aye e são abandonados de Orun-Rere. Guardião de pesadelos e padroeiro dos assassinos.

Solene luz de velas para orientar o inquieto longe de sua residência, então eles se instalam em suas bonecas ou outros brinquedos. Ọwaro 30 Dia Mundial da escravidão?

Bèlu / Novembro
Òpé / Dezembro
Obajulaiye (Oríṣà de Ṣòwò (Comércio) e owo (riqueza). Òpé 15

O início da segunda estação seca (solstício de inverno)




fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_iorub%C3%A1

SETEMBRO / OUTUBRO / NOVEMBRO / DEZEMBRO


O nome “setembro” vem do latim septem, ou sete. 

Esse era o sétimo mês do primeiro calendário romano, antes da reforma de Pompílio. 

“Outubro” vem do latim octo, ou oito. 

Era o oitavo mês antes da reforma de Pompílio.

 “Novembro” vem do latim novem e “dezembro” vem do latim decem, ou dez. Era o décimo e último mês do primeiro calendário romano.



fonte:https://mundoestranho.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-dos-nomes-dos-meses/
You m

AGOSTO



AGOSTO
O nome original Sextilis foi substituído, em 8 d.C., para homenagear o imperador César Augusto, que reformou a estrutura de governo do Império Romano, além de somar a ele novos territórios.



fonte:https://mundoestranho.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-dos-nomes-dos-meses/

You m

JULHO

JULHO
Inicialmente chamado de Quintilis, por ser o quinto mês, foi rebatizado em homenagem ao ditador Júlio César, em 44 a.C..


fonte:https://mundoestranho.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-dos-nomes-dos-meses/

You m

JUNHO


Deusa do casamento e do parto, Juno era considerada a protetora das mulheres, especialmente das esposas legítimas.


MAIO


Deusa responsável pelo crescimento das plantas e mãe de Mercúrio, Maia era a divindade celebrada nessa época do ano.


ABRIL




Existem duas hipóteses. A primeira diz que o nome seria uma homenagem a Afrodite, deusa do amor, a quem o mês é consagrado. 

A segunda afirma que ele seria derivado da palavra latina aperire, referência à abertura das flores, já que, nesse período, é primavera no hemisfério norte.